sexta-feira, 22 de abril de 2016


APRENDA A DEFINIR SUAS METAS


O aumento da profissionalização de pequenas e médias empresas tem sua grande parcela de contribuição para o aumento na sua taxa de sobrevivência em até dois anos após sua criação. Um estudo detalhado do Sebrae em 2013 mostrou que essa taxa de sobrevivência média em até dois anos cresceu de 73,6% para 75,6% no universo de empresas criadas em 2007. Todos os números relativos ao empreendedorismo no Brasil têm sido mais animadores com tendências de alta.
É certo que houve um contexto favorável no âmbito dos negócios, no que diz respeito à legislação para PME’s e aspectos da economia nos últimos 10 anos, porém o próprio Sebrae declara haver uma importante evolução das características dos próprios empreendedores que buscam uma maior preparação para gerir empresas.
Um tópico fundamental para criar um plano viável de negócios é conseguir ser o mais assertivo possível em suas METAS, e, dessa forma, prever os possíveis cenários. Com previsões de maior qualidade e assertividade, muitos empresários poderiam repensar a sua entrada no mercado e estratégias de sobrevivência.
No que tange a metas, hoje nós trazemos mais uma ferramenta para aumentar a profissionalização da sua empresa, e consequentemente suas chances de sucesso: o método SMART. Essa simples ferramenta para criar metas é uma espécie de checklist, por meio do qual você verifica se cada uma das metas tem essas premissas atendidas:
Vamos então detalhar cada uma dessas letras que compõem a sigla SMART.
O S corresponde a specific ou específica. Quer dizer que sua meta obrigatoriamente tem que ter especificidade naquilo que se quer atingir, com números e dados. Exemplo: aumentar vendas anuais em 20%. Ou, ainda, atingir faturamento médio mensal de R$ 100.000. Outro exemplo: reduzir despesas operacionais em 10%. Jamais poderemos escrever metas de forma ampla como “crescer em vendas”. A falta de números específicos, que estejam formalmente escritos e compartilhados com os colaboradores, impede que se tracem planos também específicos para o tamanho do desafio em questão e, consequentemente, as metas não serão mensuradas e atingidas.
O M vem de measurable ou mensurável. Isso quer dizer que, para toda meta escrita, é preciso determinar o indicador pelo qual iremos verificar sua evolução todos os meses e também a fonte oficial de medição deste indicador. Retornando ao exemplo de vendas: o indicador seria o valor real de faturamento apurado todos os meses, cuja fonte deve ser o sistema que a empresa utiliza para faturar seus produtos ou serviços.
O A corresponde a achievable ou attainable, que significa atingível ou alcançável. Significa dizer que metas precisam ser ousadas, porém dentro de uma realidade possível. Do contrário, isso vai provocar desmotivação e desistência precoce entre a equipe. Para estabelecer metas de vendas, por exemplo, não se pode arbitrariamente definir uma meta de dobrar ou triplicar de um ano para o outro se o mercado não acompanha esse crescimento. Essa análise deve ser feita pelo acompanhamento do próprio histórico de crescimento de vendas da empresa nos últimos anos e análise de crescimento do seu mercado e concorrentes, além de dados da economia, de forma bem customizada para cada tipo de negócio.
O R vem de relevant, o que significa que cada meta precisa ser realmente relevante para o objetivo coletivo da empresa. As metas desdobradas para cada pessoa nos mais variados níveis precisam de alguma forma colaborar na mesma direção dos objetivos estratégicos, cada um dentro do seu escopo de trabalho. Imagine por exemplo como estabelecer uma meta para o estagiário que no fim das contas será importante para atingir a meta de vendas da empresa. Ele poderia ter como meta a entrega de uma relatório mensal de visitas à concorrência, onde preenche uma série de itens que servirão de base para a equipe de vendas implementar melhorias na sua atuação.
E por fim, o T de time, quer dizer que toda meta precisa de um prazo definido. Não podem existir metas com datas em aberto, do contrário elas serão sempre despriorizadas dentro da rotina de trabalho.
Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista em Gestão de Negócios
CEO - Mais Comunicação
"A utilização do método SMART é uma forma simples e acessível de gerenciar metas e pessoas. Lembre-se: o que não pode ser medido, não pode ser melhorado. Algo que já foi bastante testado em estudos de liderança e gestão é que pessoas, quando estão sendo medidas, são mais eficientes em seus resultados. Portanto, não espere mais para colocar em prática o hábito de estabelecer acompanhar as metas todos os meses. E o melhor é que esse método serve igualmente para organizar e atingir as suas metas pessoais, aumentando suas chances de sucesso não apenas no âmbito profissional, mas também em equilíbrio com o seus sonhos de vida". Afirma o consultor de negócios, o Sr. Paulo Ávila.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A escada de lealdade de clientes:


Prefiro dizer que o cliente pode ser leal a empresa, e não fiel. O cliente pode comprar de mais de uma empresa, deve experimentar vários produtos e dependendo de como é tratado, define suas escolhas. Provavelmente até você leitor tem vários cartões de fidelidade de empresas diferentes.

Em algumas pesquisas recentes os clientes relacionam o termo fidelidade a algo como uma prisão onde podem ser punidos, como acontecia anteriormente aos contratos de telefonia quando acontecia uma quebra de contrato.

A escada de lealdade surge para acompanharmos a evolução do cliente com a empresa, permitindo uma comparação inclusive na estratégia de conquista de clientes, bem como a manutenção dos mesmos.

Na escada de lealdade podemos considerar o primeiro degrau como a satisfação do cliente, onde ele realiza uma compra ou mais de uma e fica satisfeito.

Após a satisfação, o cliente realiza mais e mais compras, nesse ponto já podemos considerar que ele é leal a empresa pela repetição dos eventos.

O próximo degrau da escala representa que a lealdade do cliente trouxe benefícios para a empresa com a indicação de novos clientes, pois o "Word of Mouth" o famoso boca-a-boca surtiu efeito.

Esse cliente que indica aos amigos a empresa, vendo que os amigos também tem a satisfação, se considera um Evangelista da marca, podemos ver isso facilmente nos produtos da Apple.

No último degrau da escala de lealdade, encontramos o Defensor da marca, aquele que ajuda a construir a empresa, compra tudo, indica para seus amigos e defende acima de tudo a empresa.
Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista em Gestão de Negócios
CEO - Mais Comunicação


PALESTRA "SUPERANDO A CRISE COM O SEU TALENTO".



Consultor: Paulo Ávila
Projeto DET (Desenvolvimento Econômico Territorial)
Na ocasião, foram entregues os certificados do curso: ATENDIMENTO AO CLIENTE
Realização: SEBRAE e Prefeitura Municipal de Pacujá
Pacujá, rumo ao Desenvolvimento Econômico!


"Saber como se preparar para a crise de 2016 é o primeiro passo não só para garantir a sobrevivência do seu negócio, como também largar com toda força depois da crise.
Não adianta de nada entrar em desespero em razão dos sinais de desaquecimento da economia e queda nas vendas. Isso não vai resolver o problema.
A única saída para o empreendedor é buscar proteção para os tempos conturbados que iremos enfrentar no ano que vem e buscar opções de como se preparar para a crise de 2016.  Uma dessas opções e a capacitação". Afirma o Especialista em Gestão de Negócios Paulo Ávila. 
SUCESSO DE PÚBLICO - A PALESTRA "SUPERANDO A CRISE COM O SEU TALENTO" - CONTINUA ENCANTANDO OS EMPRESÁRIOS DA REGIÃO NORTE DO ESTADO DO CEARÁ - DESTA VEZ FOI NO MUNICÍPIO DE CARIRÉ/CE.






UMA PARCERIA - SEBRAE E PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIRÉ/CE.


sábado, 16 de abril de 2016


CAPACITANDO PARA SUPERAR A CRISE




TREINAMENTO IN COMPANY - VENDA - FAZENDA REIJERS SÃO BENEDITO.




















Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista em Gestão de Negócios
CEO - Mais Comunicação
Em épocas de crise, o essencial é enxergar quais são as deficiências do mercado, os pontos mais críticos e investir em soluções para conseguir se destacar. É como ter apenas uma pizza de oito pedaços com dez pessoas querendo saboreá-la e somente aqueles que chegarem mais rápido poderão comer. Provavelmente, os menos capacitados ficarão para trás e passarão fome. No comércio, cuja disputa é grande, a tendência é que a situação seja cada vez mais semelhante a essa. Com a escassez de oportunidades, apenas os mais preparados terão chances de realizar bons negócios. Destaca Paulo Ávila, consultor especialista em negócios.






segunda-feira, 11 de abril de 2016

CIRCUITO DE PALESTRAS CONTINUA - AGORA NO MUNICÍPIO DE PACUJÁ / CE.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

PARCERIA SEBRAE E CDL - TRAZ PARA OS MUNICÍPIOS DA REGIÃO NORTE DO ESTADO DO CEARÁ PALESTRA - "SUPERANDO A CRISE COM O SEU TALENTO".

SEGUNDO MÔNICA RODRIGUES FURTADO - PRESIDENTE - CDL DE RERIUTABA.   "O MOMENTO É MAIS QUE OPORTÚNUO PARA O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS EMPRESÁRIOS QUE BUSCAM A CADA DIA SUPERAR A CRISE E OBTER MELHORES RESULTADOS". 



“Acho que a discussão que está em jogo é muito sobre competência. Não estou dizendo que se cai é porque é incompetente. Mas, claramente, você tem que ser mais competente enfrentar a crise e se manter no mercado. Eu tenho feito uma analogia que traduz bem isso: tem menos peixe no rio, você tem que saber pescar melhor”, destaca o Facilitador Paulo Sérgio Ávila. 

terça-feira, 29 de março de 2016

NOVA MÍDIA ELETRÔNICA DA MAIS COMUNICAÇÃO - IDENTIDADE VISUAL E LOGOMARCA



A marca é o que, muitas vezes, faz uma pequena empresa ser diferente dos concorrentes. Ter uma identidade visual no negócio ajuda o empreendedor a ficar na cabeça dos clientes e construir uma relação com os consumidores.
Este processo é fundamental também para atrair novos clientes. “O que acontece é que, às vezes, o seu público-alvo acaba não te percebendo como uma marca para consumir, porque você faz uma identidade que não remete aos valores que a pessoa tem e ela não vai te ter como uma opção”, explica Marcos Bedendo, professor de Gestão de Marcas e Marketing estratégico dos cursos de Graduação e MBA da ESPM.

Este processo de construção de marca começa junto com o negócio. “Definir a área de atuação ajuda a definir a identidade dessa empresa”, diz Auricélia Sousa, especialista em Design Institucional. 

Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional









quinta-feira, 24 de março de 2016


NÓS QUE FAZEMOS A MAIS COMUNICAÇÃO DESEJAMOS A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA!


domingo, 20 de março de 2016

5 dicas para o dono de um pequeno negócio enfrentar a crise econômica !

Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista e Consultor de Negócios
CEO - Mais Comunicação
A queda da economia brasileira no primeiro trimestre e a inflação em alta acenderam o sinal de alerta em muitas empresas. De acordo com Paulo Sérgio Ávila, 48, especialista em gestão de Negócios, em momentos como este, muitos negócios precisam enxugar custos e reduzir estoques entre outras medidas para sobreviver à instabilidade do mercado.
O autor afirma que as micro e pequenas empresas sofrem mais do que as grandes em períodos de estagnação econômica por não terem capital para investir em novas áreas ou produtos. No entanto, os pequenos negócios são mais ágeis para se adequar ao novo cenário e implantar mudanças.
Porém, tomar uma atitude diante da crise é a maior dificuldade de muitos empresários, segundo Ávila. "É como ficar doente, a empresa tem mais chances de 'cura' se a crise for descoberta no início e tratada corretamente", afirma. "Caso contrário, ela pode morrer."
A pedido da CDL/CE, o especialista listou cinco dicas para ajudar empresários a encarar a crise. Veja abaixo.

1. Enxugue custos

Thinkstock
Ao notar queda nas vendas e na lucratividade, o primeiro passo deve ser enxugar custos do negócio, segundo Ávila. Analise despesas e descubra gastos desnecessários ou que podem ser reduzidos, como contas de água, luz, telefone.

2. Reduza o estoque

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Se antes a empresa vendia 100 mil itens e agora vende 60 mil, ela precisa se adaptar à nova realidade, reduzindo a produção ou a quantidade comprada do fornecedor.

3. Elimine produtos com pouca saída

Thinkstock
Analise os produtos menos vendidos ou que dão pouco retorno. A lucratividade pode aumentar se esses itens forem eliminados. Não precisa vender tal coisa só porque o concorrente tem.

4. Renegocie dívidas

Rodrigo Capote/Folhapress
Quando a empresa já está em dificuldade financeira, umas das medidas é a renegociação das dívidas com bancos e fornecedores. O empreendedor pode conseguir condições favoráveis para pagar suas obrigações dependendo do relacionamento que mantém com seus parceiros.

5. Tenha controle sobre o negócio

Thinkstock
Segundo Ávila, ter controle financeiro e operacional sobre o negócio ajuda a empresa a identificar problemas e a tomar decisões antes que a crise agrave a situação. Crie metas, relatórios de desempenho, como tabelas e gráficos, e acompanhe com atenção esses indicadores.