quinta-feira, 24 de março de 2016


NÓS QUE FAZEMOS A MAIS COMUNICAÇÃO DESEJAMOS A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA!


domingo, 20 de março de 2016

5 dicas para o dono de um pequeno negócio enfrentar a crise econômica !

Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista e Consultor de Negócios
CEO - Mais Comunicação
A queda da economia brasileira no primeiro trimestre e a inflação em alta acenderam o sinal de alerta em muitas empresas. De acordo com Paulo Sérgio Ávila, 48, especialista em gestão de Negócios, em momentos como este, muitos negócios precisam enxugar custos e reduzir estoques entre outras medidas para sobreviver à instabilidade do mercado.
O autor afirma que as micro e pequenas empresas sofrem mais do que as grandes em períodos de estagnação econômica por não terem capital para investir em novas áreas ou produtos. No entanto, os pequenos negócios são mais ágeis para se adequar ao novo cenário e implantar mudanças.
Porém, tomar uma atitude diante da crise é a maior dificuldade de muitos empresários, segundo Ávila. "É como ficar doente, a empresa tem mais chances de 'cura' se a crise for descoberta no início e tratada corretamente", afirma. "Caso contrário, ela pode morrer."
A pedido da CDL/CE, o especialista listou cinco dicas para ajudar empresários a encarar a crise. Veja abaixo.

1. Enxugue custos

Thinkstock
Ao notar queda nas vendas e na lucratividade, o primeiro passo deve ser enxugar custos do negócio, segundo Ávila. Analise despesas e descubra gastos desnecessários ou que podem ser reduzidos, como contas de água, luz, telefone.

2. Reduza o estoque

Shutterstock
Se antes a empresa vendia 100 mil itens e agora vende 60 mil, ela precisa se adaptar à nova realidade, reduzindo a produção ou a quantidade comprada do fornecedor.

3. Elimine produtos com pouca saída

Thinkstock
Analise os produtos menos vendidos ou que dão pouco retorno. A lucratividade pode aumentar se esses itens forem eliminados. Não precisa vender tal coisa só porque o concorrente tem.

4. Renegocie dívidas

Rodrigo Capote/Folhapress
Quando a empresa já está em dificuldade financeira, umas das medidas é a renegociação das dívidas com bancos e fornecedores. O empreendedor pode conseguir condições favoráveis para pagar suas obrigações dependendo do relacionamento que mantém com seus parceiros.

5. Tenha controle sobre o negócio

Thinkstock
Segundo Ávila, ter controle financeiro e operacional sobre o negócio ajuda a empresa a identificar problemas e a tomar decisões antes que a crise agrave a situação. Crie metas, relatórios de desempenho, como tabelas e gráficos, e acompanhe com atenção esses indicadores.

sábado, 19 de março de 2016

MAIS EMPRESÁRIOS CAPACITADOS PARA SUPERAR A CRISE !

EMPRESÁRIOS DA CIDADE DE GRAÇA NO ESTADO DO CEARÁ

Nesta semana de 14 a 18 de março, aconteceu um dos melhores cursos já ministrados para os nossos empresários, afirma o Presidente da CDL da cidade de Graça o Sr. Walleson Maragone do Nascimento Azevedo. Com uma técnica aprimorada, irreverência e um toque de humor, o consultor de negócios o Sr. Paulo Sérgio Capibaribe Ávila, abrilhantou o curso.

Uma parceria SEBRAE, CDL e Prefeitura Municipal de Graça/CE.





segunda-feira, 14 de março de 2016

 TREINAMENTO EM VENDAS PARA EMPRESÁRIOS DA CIDADE DE GRAÇA/CE



Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Consultor Especialista em Negócios
CEO - Mais Comunicação
Em tempos de crise, prepare-se para vender MAIS!


Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista em Negócios
CEO - Mais Comunicação
Analisando a situação do varejo, é muito comum encontrarmos profissionais do setor de vendas que não estão preparados para enfrentar as dificuldades e só criam estratégias para reverter as adversidades após o surgimento delas. Ou seja, trabalham sempre em situação de emergência para resolver os problemas. Essa postura pode trazer uma série de riscos à empresa e gera desgaste e perda de recursos. As consequências podem ir de uma redução no quadro de funcionários à falência. 

Não é possível apontar uma única solução para enfrentar as crises, porém, um bom planejamento, aliado ao investimento na capacitação das equipes de vendas, pode contribuir positivamente. Os mais habilidosos, os vendedores profissionais, conseguem garantir resultados significativos quando traçam planos estratégicos para vender mais e melhor. Em resumo, podem aproveitar o tempo ruim para comercializar “guarda-chuva” ou oferecer “lenços” para os que se lamentam com os números do comércio. 

Nunca foi tão fácil vender
contrate a Mais Comunicação
Uma alternativa válida para aproveitar este momento complicado é a criação de métodos de trabalho tendo em vista os possíveis obstáculos. Um exemplo são aquelas pessoas que costumam reclamar da queda nas vendas durante os feriados, porém não fazem nada para reverter isso. Para mudar, que tal pensar em soluções práticas em vez de se lamentar? Uma promoção ou, dependendo do período, a criação de ações diferenciadas já focando nas próximas datas comemorativas podem ser saídas para aumentar o volume de vendas. 

Com relação aos consumidores, também é importante pensar de forma diferenciada. O trabalho realizado não pode ser visto apenas como uma simples venda, mas como a possibilidade de proporcionar uma experiência única ao consumidor. É preciso provar que, mesmo diante das dificuldades, é importante investir no produto oferecido por 
ele.  

Em épocas de crise, o essencial é enxergar quais são as deficiências do mercado, os pontos mais críticos e investir em soluções para conseguir se destacar. É como ter apenas uma pizza de oito pedaços com dez pessoas querendo saboreá-la e somente aqueles que chegarem mais rápido poderão comer. Provavelmente, os menos capacitados ficarão para trás e passarão fome. No comércio, cuja disputa é grande, a tendência é que a situação seja cada vez mais semelhante a essa. Com a escassez de oportunidades, apenas os mais preparados terão chances de realizar bons negócios.


sexta-feira, 11 de março de 2016

Atendimento eficaz é imprescindível para ações coesas de relacionamento.

Para avaliar a eficiência, ligue para a sua empresa como se fosse um cliente. É provável que você encontre o que melhorar !

Paulo Sérgio Capibaribe Ávila
Especialista em Negócios
CEO - Mais Comunicação
Aos empreendedores em geral, recomendo um desafio: passe um telefonema à sua empresa na posição de cliente e avalie sua satisfação com o atendimento. Ganha um mimo aquele que não encontrar algo a ser melhorado. 

Isso costuma acontecer, não porque procedemos incorretamente no atendimento ou porque temos uma lei que determina os procedimentos, mas porque é da natureza do empreendedor converter a obra de seu trabalho em um ato de melhoria contínua. E o cliente tem essa percepção extremamente aguçada. 

Esse é o grande segredo do sucesso de muitas pequenas empresas: elas conhecem muito bem o seu microambiente. Conseguem proporcionar um atendimento diferenciado sempre. Suas iniciativas empresariais são totalmente voltadas ao mercado em que desejam atuar e, embora normalmente disponham de menos recursos, seja em pessoal ou tecnologia, preocupam-se em desenvolver um relacionamento coeso e contínuo com seus clientes. 

Essa característica peculiar das pequenas e médias empresas (PMEs) possui um enorme valor. O pequeno empreendedor precisa ter essa noção, pois todos estão buscando formas de se relacionar de maneira cada vez mais próxima com o consumidor, e as PMEs dispõem de um potencial inquestionável para promover isso. 

Da mesma forma que houve um grande movimento das instituições financeiras com o varejo, o futuro indica que haverá uma aproximação com esse segmento do mercado, pois é prevista uma expansão das ações de empreendedorismo, especialmente com os eventos que serão promovidos, abordando a figura do Microempreendedor Individual (MEI), cada vez mais ascendente nesse universo. Sendo assim, estar preparado para essa expansão, podendo ofertar um real conhecimento da carteira de clientes da PME, será uma boa alternativa. 
A Mais Comunicação pode ajudar sua empresa.
Treinamento in Company

Para proporcionar mais excelência em seu atendimento, ações simples geram grande impacto. Embora sejam medidas evidentes a qualquer negócio, lembre-se sempre que o óbvio deve ser replicado para nunca ser esquecido. Sendo assim, recomendo que se inicie a confecção da ficha cadastral dos clientes. 

Iniciativas simples como registrar o nome ou razão social corretamente, o endereço, incluindo a rua, número, andar, conjunto, bairro, CEP, cidade e estado, a atividade do cliente (caso ele atue em algum negócio) e um registro dos produtos que foram comprados com a respectiva forma de pagamento. Além disso, registre quantas vezes o cliente acionou o seu Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC) e quais foram as principais abordagens. 

Conforme eu mencionei anteriormente, tudo isso parece muito óbvio. Entretanto, pesquisas mostram que mais da metade das empresas não realiza essa ação. Dentre aquelas que realizam, a grande maioria não atualiza os dados e, dentro desse contexto, vale a premissa de que informação errada é pior do que não ter informação.


quinta-feira, 10 de março de 2016

PORTFÓLIO MAIS COMUNICAÇÃO

7 DICAS PARA O SEU NEGÓCIO SER LEMBRADO !



Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
A marca é o que, muitas vezes, faz uma pequena empresa ser diferente dos concorrentes. Ter uma identidade visual no negócio ajuda o empreendedor a ficar na cabeça dos clientes e construir uma relação com os consumidores.
Este processo é fundamental também para atrair novos clientes. “O que acontece é que, às vezes, o seu público-alvo acaba não te percebendo como uma marca para consumir, porque você faz uma identidade que não remete aos valores que a pessoa tem e ela não vai te ter como uma opção”, explica Marcos Bedendo, professor de Gestão de Marcas e Marketing estratégico dos cursos de Graduação e MBA da ESPM.
Este processo de construção de marca começa junto com o negócio. “Definir a área de atuação ajuda a definir a identidade dessa empresa”, diz José Luis Turiani, coordenador de Marketing e Gestão Comercial das Faculdades Rio Branco. 
1. Liste os valores
A identidade visual da sua empresa deve traduzir os objetivos e valores do negócio. Pode parecer abstrato, mas ajuda a construir um diferencial. “Qualquer coisa que identifique visualmente a empresa, seja embalagem, logo ou fachada, tem que estar de acordo com os valores, s interesses e o diferencial que ela vai oferecer”, afirma Bedendo. 
O empreendedor pode listar as vontades que tem para a empresa e suas perspectivas para começar a pensar na marca. “A partir daí, inicia o processo de escolha dos elementos da marca”, indica o professor da ESPM. 
2. Conheça o público
Mesmo sem um orçamento grande para fazer pesquisas, é importante ouvir opiniões antes de definir esta identidade. “Faça uma pesquisa informal com amigos para ver se gostam ou não. Não cometa o erro de ficar mudando muitas vezes sua identidade”, indica Turiani.
Segundo Bedendo, o mercado hoje não tem regras fixas para definir as marcas, mas é importante saber como cores, formatos e desenhos influenciam seu público-alvo.

3. Pense nas cores
As cores transmitem mensagens importantes para marcas. Geralmente, cores primárias são mais populares e informais, e tons terrosos e neutros transmitem a ideia de sofisticação e formalidade.
A escolha deve ser bem pensada e a ausência de cores precisa ser testada também. “Vale lembrar que o logotipo tem que se comportar bem em preto e branco. Muitas vezes, fica bem em cores, mas quando coloca PB perde toda a composição”, sugere Turiani. 
4. Não abuse dos detalhes
Seja simples e direto. Essa é a sugestão dos especialistas na hora de compor toda a identidade da marca. “Existem algumas regrinhas básicas do design, como ser o mais simples possível, usar poucas cores e poucos tipos de letras para não causar confusão”, ensina Turiani.
Vale também evitar alguns símbolos complicados, apelativos ou que lembrem times de futebol, religiões e partidos políticos. “Alguns podem ter paixão por aquele time, mas outros, ódio”, sugere o coordenador. 
5. Não pense apenas na logo
A sua identidade visual vai além de logomarca e fachada de loja. “É uma questão fundamental que vai permear todas as atividades de comunicação da empresa, desde uniforme e papelaria até vitrine”, indica Turiani.
Todo este desenvolvimento serve para criar uma identidade que realmente represente a empresa. “Não é só visual, o nome e o ambiente também são maneiras de identificar a marca. Em alguns casos, até assinaturas musicais fazem parte desse processo”, diz Bedendo. 
6. Seja profissional
Muitas vezes, o empreendedor consegue, sozinho, desenvolver um nome e uma marca para o negócio. O perigo é parecer pouco profissional. Por isso, em algum momento, pode ser necessária a ajuda de uma empresa ou profissional. “Ele pode até bolar sozinho o nome, mas vai precisar de uma agência ou designer que faça a parte visual”, afirma Bedendo. 
7. Cuide bem da marca
O trabalho com a marca é constante, alertam os professores. “A gente pensa muito em logo como símbolo, mas é importante saber cuidar do branding da empresa, cuidar da marca como um todo”, diz Turiani. O empreendedor deve participar ativamente deste processo. “Ele tem que se informar, procurar uma literatura ou um curso, para pegar alguns princípios básicos de marca e não errar”, ensina Bedendo. 
Outro ponto importante é fazer o registro da marca no INPI. “O custo é simples, demora anos, mas ele dá entrada e garante que não vai ter problemas”, explica Turiani.

quarta-feira, 9 de março de 2016

IDENTIDADE VISUAL :  A PERSONALIDADE REPRESENTATIVA DA EMPRESA .



Na criação de uma identidade visual, a tarefa principal é definir um conceito adequado à representação da marca, caracterizando a personalidade da empresa em um símbolo.



Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente e de forma sistematizada, um nome, uma ideia, um produto, uma empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base uma logomarca integrada a um logotipo. Em alguns casos, a base pode ser simplesmente a logomarca ou o logotipo. 
A logomarca faz parte da identidade visual. É um símbolo perceptivo, uma "expressão" simbólica associada a um conjunto de cores. Representa a "personalidade" da empresa.



Portanto, a identidade visual trata-se unicamente de uma representação gráfica da identidade corporativa, mesclado aos conceitos e valores da empresa. Por mais que possa parecer simples, o processo de criação de uma identidade visual pode ser bem complicado. Tudo depende do momento e da situação dos profissionais envolvidos, agregado aos fatores do mercado atual, marcado pelas nuances econômicas.
Diversos fatores estão envolvidos na metodologia da criação, merecendo destaque:
  • A cultura da empresa
  • O seu posicionamento no mercado
  • A imagem perante o público
  • Objetivos
  • Foco
  • Missão 

Muitas vezes, definir o conceito adequado torna-se moroso. Existe certa dificuldade na elaboração inicial. A saturação do mercado gera um fator denominado "saturação informativa". Nesse momento, a cautela e o cuidado são primordiais para que a criação possa ter um diferencial frente às existentes no mercado.

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresaDepois de criada passa a ser o alicerce, a base de toda identidade do negócio.

Toda credibilidade, confiança e respeito que uma empresa, produto ou serviço possam recebem inicialmente, estão associados diretamente ao seu visual criativo.
O impacto que a logomarca causa frente à concorrência e ao público consumidor se deve a associação da criação com as características intrínsecas do negócio. É um casamento e para que seja duradouro, existem regras a serem seguidas.

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresa
O processo de criação é minucioso e rodeado de inúmeros critérios. Para que o conceito não se desvie quando utilizado no meio externo (gráfico e eletrônico), causando "ruídos" e "interferências", é criado um documento técnico que estabelece as normas e os critérios técnicos de reprodução da marca, denominado manual de identidade visual. Esse documento é fundamental e sempre é definido depois da etapa criativa.

Uma questão muito importante é ter ciência de que marca não é sinônimo de logomarca. Logomarca é a representação gráfica de um negócio. A marca, além da identidade visual, envolve uma série de elementos intangíveis como, por exemplo:
  • Posicionamento e reputação do negócio
  • Visão: como o negócio é visto pelos clientes e pela sociedade
  • A percepção de valor do produto e/ou serviço oferecido
  • Relação com o consumidor: atendimento e pós venda 

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresaEntretanto, o mais importante é usar a identificação de forma coerente por meio de todas as suas aplicações. Isso significa dizer que identidade visual deve estar presente uniformemente na fachada, em cartões de visita, no web site, em uniformes, material gráfico e onde mais houver representatividade e interação com o público alvo.



Uma empresa em constante evolução, a MAIS COMUNICAÇÃO trabalha com foco em resultados, onde a elaboração do processo da nova identidade visual terá o objetivo de desenvolver uma logomarca forte, com movimento, levando representatividade ao mercado, expressando uma tendência evolutiva para poder destacar-se e identificar o seu negócio frente ao público consumidor, nesse mundo dinâmico que vivemos na atualidade.

Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
Crie a sua identidade visual com a MAIS COMUNICAÇÃO. Construa uma marca reconhecida pelos consumidores e pela sociedade em geral.


terça-feira, 8 de março de 2016


Mulher é grandeza. É distinção. Mulher é ímpar. É sedução. Ser mulher é fazer parte de uma história de luta e de conquista, uma história rica em personagens que gritam a verdade do íntimo de cada um de nós. Não há mulher maior do que qualquer uma, tal como não existe algum ser maior que qualquer mulher. Se há justiça no mundo, ela se deve a todas as mulheres que do nada construíram o tudo.
Nós que fazemos A MAIS COMUNICAÇÃO desejamos a todas as amigas e clientes um 
FELIZ DIA DA MULHER.