quinta-feira, 10 de março de 2016

PORTFÓLIO MAIS COMUNICAÇÃO

7 DICAS PARA O SEU NEGÓCIO SER LEMBRADO !



Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
A marca é o que, muitas vezes, faz uma pequena empresa ser diferente dos concorrentes. Ter uma identidade visual no negócio ajuda o empreendedor a ficar na cabeça dos clientes e construir uma relação com os consumidores.
Este processo é fundamental também para atrair novos clientes. “O que acontece é que, às vezes, o seu público-alvo acaba não te percebendo como uma marca para consumir, porque você faz uma identidade que não remete aos valores que a pessoa tem e ela não vai te ter como uma opção”, explica Marcos Bedendo, professor de Gestão de Marcas e Marketing estratégico dos cursos de Graduação e MBA da ESPM.
Este processo de construção de marca começa junto com o negócio. “Definir a área de atuação ajuda a definir a identidade dessa empresa”, diz José Luis Turiani, coordenador de Marketing e Gestão Comercial das Faculdades Rio Branco. 
1. Liste os valores
A identidade visual da sua empresa deve traduzir os objetivos e valores do negócio. Pode parecer abstrato, mas ajuda a construir um diferencial. “Qualquer coisa que identifique visualmente a empresa, seja embalagem, logo ou fachada, tem que estar de acordo com os valores, s interesses e o diferencial que ela vai oferecer”, afirma Bedendo. 
O empreendedor pode listar as vontades que tem para a empresa e suas perspectivas para começar a pensar na marca. “A partir daí, inicia o processo de escolha dos elementos da marca”, indica o professor da ESPM. 
2. Conheça o público
Mesmo sem um orçamento grande para fazer pesquisas, é importante ouvir opiniões antes de definir esta identidade. “Faça uma pesquisa informal com amigos para ver se gostam ou não. Não cometa o erro de ficar mudando muitas vezes sua identidade”, indica Turiani.
Segundo Bedendo, o mercado hoje não tem regras fixas para definir as marcas, mas é importante saber como cores, formatos e desenhos influenciam seu público-alvo.

3. Pense nas cores
As cores transmitem mensagens importantes para marcas. Geralmente, cores primárias são mais populares e informais, e tons terrosos e neutros transmitem a ideia de sofisticação e formalidade.
A escolha deve ser bem pensada e a ausência de cores precisa ser testada também. “Vale lembrar que o logotipo tem que se comportar bem em preto e branco. Muitas vezes, fica bem em cores, mas quando coloca PB perde toda a composição”, sugere Turiani. 
4. Não abuse dos detalhes
Seja simples e direto. Essa é a sugestão dos especialistas na hora de compor toda a identidade da marca. “Existem algumas regrinhas básicas do design, como ser o mais simples possível, usar poucas cores e poucos tipos de letras para não causar confusão”, ensina Turiani.
Vale também evitar alguns símbolos complicados, apelativos ou que lembrem times de futebol, religiões e partidos políticos. “Alguns podem ter paixão por aquele time, mas outros, ódio”, sugere o coordenador. 
5. Não pense apenas na logo
A sua identidade visual vai além de logomarca e fachada de loja. “É uma questão fundamental que vai permear todas as atividades de comunicação da empresa, desde uniforme e papelaria até vitrine”, indica Turiani.
Todo este desenvolvimento serve para criar uma identidade que realmente represente a empresa. “Não é só visual, o nome e o ambiente também são maneiras de identificar a marca. Em alguns casos, até assinaturas musicais fazem parte desse processo”, diz Bedendo. 
6. Seja profissional
Muitas vezes, o empreendedor consegue, sozinho, desenvolver um nome e uma marca para o negócio. O perigo é parecer pouco profissional. Por isso, em algum momento, pode ser necessária a ajuda de uma empresa ou profissional. “Ele pode até bolar sozinho o nome, mas vai precisar de uma agência ou designer que faça a parte visual”, afirma Bedendo. 
7. Cuide bem da marca
O trabalho com a marca é constante, alertam os professores. “A gente pensa muito em logo como símbolo, mas é importante saber cuidar do branding da empresa, cuidar da marca como um todo”, diz Turiani. O empreendedor deve participar ativamente deste processo. “Ele tem que se informar, procurar uma literatura ou um curso, para pegar alguns princípios básicos de marca e não errar”, ensina Bedendo. 
Outro ponto importante é fazer o registro da marca no INPI. “O custo é simples, demora anos, mas ele dá entrada e garante que não vai ter problemas”, explica Turiani.

quarta-feira, 9 de março de 2016

IDENTIDADE VISUAL :  A PERSONALIDADE REPRESENTATIVA DA EMPRESA .



Na criação de uma identidade visual, a tarefa principal é definir um conceito adequado à representação da marca, caracterizando a personalidade da empresa em um símbolo.



Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente e de forma sistematizada, um nome, uma ideia, um produto, uma empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base uma logomarca integrada a um logotipo. Em alguns casos, a base pode ser simplesmente a logomarca ou o logotipo. 
A logomarca faz parte da identidade visual. É um símbolo perceptivo, uma "expressão" simbólica associada a um conjunto de cores. Representa a "personalidade" da empresa.



Portanto, a identidade visual trata-se unicamente de uma representação gráfica da identidade corporativa, mesclado aos conceitos e valores da empresa. Por mais que possa parecer simples, o processo de criação de uma identidade visual pode ser bem complicado. Tudo depende do momento e da situação dos profissionais envolvidos, agregado aos fatores do mercado atual, marcado pelas nuances econômicas.
Diversos fatores estão envolvidos na metodologia da criação, merecendo destaque:
  • A cultura da empresa
  • O seu posicionamento no mercado
  • A imagem perante o público
  • Objetivos
  • Foco
  • Missão 

Muitas vezes, definir o conceito adequado torna-se moroso. Existe certa dificuldade na elaboração inicial. A saturação do mercado gera um fator denominado "saturação informativa". Nesse momento, a cautela e o cuidado são primordiais para que a criação possa ter um diferencial frente às existentes no mercado.

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresaDepois de criada passa a ser o alicerce, a base de toda identidade do negócio.

Toda credibilidade, confiança e respeito que uma empresa, produto ou serviço possam recebem inicialmente, estão associados diretamente ao seu visual criativo.
O impacto que a logomarca causa frente à concorrência e ao público consumidor se deve a associação da criação com as características intrínsecas do negócio. É um casamento e para que seja duradouro, existem regras a serem seguidas.

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresa
O processo de criação é minucioso e rodeado de inúmeros critérios. Para que o conceito não se desvie quando utilizado no meio externo (gráfico e eletrônico), causando "ruídos" e "interferências", é criado um documento técnico que estabelece as normas e os critérios técnicos de reprodução da marca, denominado manual de identidade visual. Esse documento é fundamental e sempre é definido depois da etapa criativa.

Uma questão muito importante é ter ciência de que marca não é sinônimo de logomarca. Logomarca é a representação gráfica de um negócio. A marca, além da identidade visual, envolve uma série de elementos intangíveis como, por exemplo:
  • Posicionamento e reputação do negócio
  • Visão: como o negócio é visto pelos clientes e pela sociedade
  • A percepção de valor do produto e/ou serviço oferecido
  • Relação com o consumidor: atendimento e pós venda 

Identidade Visual: a personalidade representativa da empresaEntretanto, o mais importante é usar a identificação de forma coerente por meio de todas as suas aplicações. Isso significa dizer que identidade visual deve estar presente uniformemente na fachada, em cartões de visita, no web site, em uniformes, material gráfico e onde mais houver representatividade e interação com o público alvo.



Uma empresa em constante evolução, a MAIS COMUNICAÇÃO trabalha com foco em resultados, onde a elaboração do processo da nova identidade visual terá o objetivo de desenvolver uma logomarca forte, com movimento, levando representatividade ao mercado, expressando uma tendência evolutiva para poder destacar-se e identificar o seu negócio frente ao público consumidor, nesse mundo dinâmico que vivemos na atualidade.

Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
Crie a sua identidade visual com a MAIS COMUNICAÇÃO. Construa uma marca reconhecida pelos consumidores e pela sociedade em geral.


terça-feira, 8 de março de 2016


Mulher é grandeza. É distinção. Mulher é ímpar. É sedução. Ser mulher é fazer parte de uma história de luta e de conquista, uma história rica em personagens que gritam a verdade do íntimo de cada um de nós. Não há mulher maior do que qualquer uma, tal como não existe algum ser maior que qualquer mulher. Se há justiça no mundo, ela se deve a todas as mulheres que do nada construíram o tudo.
Nós que fazemos A MAIS COMUNICAÇÃO desejamos a todas as amigas e clientes um 
FELIZ DIA DA MULHER.

segunda-feira, 7 de março de 2016

A importância de uma identidade visual (bem planejada).

Julga-se essencial em uma empresa seu nome, marca e imagem passadas para o púbico. O sucesso de uma organização esta diretamente ligado a forma como suas ideias e conceitos são transmitidos aos clientes. Esta comunicação deve ser explorada principalmente na identidade visual e o empreendedor deve compreender a importância destas para o êxito do empreendimento.
A representação da marca através de um símbolo
A identidade reproduz a realidade, ou seja, mostra quem é a empresa e como ela atua; a imagem, por sua vez, realça como a empresa é percebida no mercado. O manual da identidade visual informa aos clientes, fornecedores e parceiros como a marca deve ser aplicada em peças de comunicação, criando uma agradável marca corporativa, mencionando a imagem que a organização deseja transmitir. 
Sendo assim, lidar com comunicação visual deve ser bastante expressivo, pois exerce um impacto repentino por trabalhar diretamente com o ponto de vista do ser humano. É a primeira impressão passada para seu público e influencia na opinião que o mesmo formará a respeito da empresa.  Portanto, se o visual da organização estiver mal formulado, certamente não transmitirá a credibilidade necessária para conquistar o mercado. 
Os componentes da identidade visual podem ser classificados como:
Primários: fundamentais para que o processo funcione, sendo eles o símbolo (sinal que substitui o registro de nome da empresa), e/ou logotipo (forma privada e diferenciada com a qual o nome da instituição é registrado nas aplicações) e a marca (conjunto formado pelo símbolo e logotipo). 
Elementos primários de um logotipo
Secundários: são as cores e o alfabeto que predominam nas peças de comunicação da empresa. Esses componentes são pouco explorados, mas requerem atenção tanto na hora da escolha, quanto no momento em que forem utilizados no projeto, pois colaboram para o procedimento de avaliação e fixação da marca no intelecto dos consumidores. 
Elementos secundários de um logotipo
Terciários: envolve os acessórios e elementos complementares, como por exemplo, grafismos e mascotes. 
Elementos terciários de um logotipo
Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
Diante de todos os aspectos vistos, compreende-se que a marca é o elemento principal para diferir e classificar empresas, funcionando como uma maneira de o consumidor identificá-la e ainda reúne valores emocionais e psicológicos que acabam influenciando o cliente a optar pela marca por conta desta identificação. Sabemos que isso não é um fator isolado, obviamente o consumidor pesquisará a qualidade do produto, o preço, a distribuição e sofrerá influencia de suas estratégias de marketing. 
Assim, a identidade visual deve ser normatizada, pois não tendo um padrão, a empresa passará ao público, tanto interno como externo, um conceito de desorganização e ineficiência. Ou seja, ter um material institucional bem estruturado reflete um grande benefício: aumento de credibilidade. 

Falta de gestão profissional ameaça pequenas empresas, dizem especialistas. 

Paulo Ávila
CEO - Mais Comunicação


Abrir o próprio negócio parece ser a solução perfeita para quem quer fugir do patrão e, ao mesmo tempo, ajudar a economia por meio da criação de empregos e do aumento da produção. Esse passo, no entanto, requer planejamento e cuidado para não terminar em dor de cabeça. A falta de gestão profissional, dizem especialistas, põe em risco a sobrevivência das micro e pequenas empresas.






De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a taxa de mortalidade das empresas com mais de dois anos de funcionamento corresponde a 24,6%. Na prática, uma em cada quatro empresas fecha até dois anos após a criação. Grande parte desse índice pode ser atribuída à má administração.

O principal problema diz respeito à mistura entre o patrimônio pessoal dos donos e o dinheiro das empresas. A falta de um sistema claro de contabilidade compromete a manutenção e a capacidade de investimento das empresas. A dificuldade, dizem os especialistas, não se restringe aos negócios familiares e acomete grande parte das empresas.

“Sem uma separação definida entre o patrimônio pessoal e da empresa, os donos ou os sócios fazem retiradas sem o devido cuidado e põem em risco a contabilidade do negócio”, adverte o consultor Paulo Ávila. Para ele, os proprietários precisam saber quanto a empresa rende, para somente então definirem o valor das retiradas. “O empresário não pode simplesmente retirar o valor que quiser porque a renda dele é determinada pelo lucro do negócio”, acrescenta.

A falta de profissionalização na administração das empresas também pode causar problemas com o Fisco. “Por falta de conhecimento, as retiradas para proveito próprio do dono são registradas como despesas relacionadas à atividade da empresa, que reduzem o lucro e diminuem o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido”, explica o advogado tributarista Edemir Marques de Oliveira.

Se a Receita constatar que as despesas foram registradas de forma errada e diminuíram o lucro artificialmente, ela pode auditar a empresa. “No fim, o empresário vai pagar ainda mais impostos e ter dor de cabeça mesmo que não tenha tido a intenção de burlar o Fisco”, diz o advogado.

Pela legislação, as empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano pagam os tributos federais, estaduais e municipais por meio do Simples Nacional. Segundo Lopes, o regime simplificado de tributação, ao mesmo tempo em que facilitou a vida das empresas, desestimulou os pequenos negócios a buscar uma gestão profissional. “No Simples Nacional, basta um livro-caixa para pagar os impostos, mas isso não significa que as empresas devam ser descuidadas com a administração e a contabilidade”, diz.

A falta de planejamento compromete o crescimento das empresas no médio e no longo prazo, principalmente quando as empresas faturam mais e saem do Simples Nacional. "Uma gestão descuidada compromete não só o pagamento de impostos como atrapalham a obtenção de crédito para a empresa porque ela não consegue justificar a contabilidade aos bancos”, alerta Lopes, que presta orientação a empresas que querem profissionalizar a administração.

Para Oliveira, o custo de as micro e pequenas empresas recorrerem a uma consultoria para profissionalizar a gestão compensa os resultados. Caso o custo seja alto, o advogado aconselha os empresários a procurar as associações comerciais e as unidades do Sebrae para receberem orientações sobre a administração dos negócios. “Essas entidades ajudam o empresário a correr atrás de uma gestão um pouco mais profissional”, comenta.

domingo, 6 de março de 2016

Não deixe o vírus da crise se instalar na sua cabeça.

Há muito anos uma grande amiga falou um frase que nunca saiu da minha cabeça: "Antes de tirar uma pessoas do mato, tire o mato da cabeça dela." Esta semana, vendo as manchetes dos jornais, vendo os comentários de amigos, os post aqui no face, pensei..."meu Deus, a crise está entrando na cabeça das pessoas".
Os riscos da instalação do vírus da crise na sua cabeça são enormes. Você pode deixar de acreditar. Você deixar de levar suas ideias adiante. Você pode adiar seu sonho, sua realização para ouro momento. Você pode perder o pique e ficar abatido. 
Não deixar o virtus da crise se instalar na sua cabeça, não é fazer de conta que as coisas não estão acontecendo. É agir para não se deixar ser contagiado por ela. É não deixar de levar suas ideias adiante. É não parar de fazer aquilo que você acredita. É não adiar seu sonho para outro momento.
E o que fazer?
1) Evite pessoas que já estão contaminadas. Imagine a crise se fosse uma gripe. Você iria para um lugar cheia de pessoas gripadas? Estas pessoas vão querer paralisar você.
2) Não alimente. Não alimente o cachorro mau. Quando colocamos atenção em qualquer coisa ela tende a se expandir. Ficar compartilhando coisas sobre a crise piora mais ainda.
3) Pense na crise como uma oportunidade de você fazer algo novo. É uma oportunidade de sair da zona de conforto. Tirar a bunda da cadeira. Tocar a velha ideia guardada há anos. 
4) Reinvente-se. Crie um produto novo. Crie um processo mais fácil, mais barato de fazer uma determinada coisa. Transforme o que você faz em algo muito mais interessante e relevante para as pessoas.
5) Busque oportunidades. Talvez seja a hora de vender mais bicicletas para evitar o carro, gastar menos dinheiro com gasolina. Criar janelas inteligentes, que deixe menos calor entrar na casa, precisando de menos ar condicionado e gastando menos na conta de energia. Vender pratos de comida alternativa. Usando ingrediente menos afetados pela alta dos preços.
É fundamental não deixar ser levado pelo pensamento comum. Pelas conversas que não levam a nada. Pelos comentários que afetem o seu astral. Não deixe ser contaminado pelo vírus da crise. É muito mais difícil ser descontaminado depois. Mesmo quando a crise passar, a pessoas que se deixou contamina vai ficar com sequelas. O pior, vai perder um tempo que poderia estar fazendo algo interessante.
Lembre-se: você é responsável pela sua energia, sua motivação, sua capacidade de saber aproveitar cada momento de sua vida, e não o governo, a mídia, ou qualquer pessoa. Assuma a sua responsabilidade de criar a vida que você quer.
Comece!
Paulo Ávila
CEO - Mais Comunicação
Um grande abraço, de quem quase foi contaminado pelo vírus da crise, mas já estou reagindo, e você?
Comente o que você você achou deste post. O que você já está fazendo para não deixar ser contaminado. Vamos superar a crise. 

5 passos para superar a crise e crescer em 2016 !

Francisco Freiras Cordeiro
presidente - FCDL - CE
O desaquecimento da economia desperta um alerta para a necessidade de cortar custos. Muitas empresas, contudo, encontram dificuldade em determinar as prioridades neste processo. De acordo com o consultor de negócios Paulo Ávila, CEO - Mais Comunicação, o empresário brasileiro não tem o hábito de pedir ajuda a especialistas em momentos  de crise. “As empresas se transformam em verdadeiros laboratórios em que as experiências  realizadas podem dar certo ou não”, afirma. Por isso, ele reforça a necessidade de uma assessoria especializada, que auxilia na tomada de algumas medidas que vão ajudar as empresas a superarem os obstáculos. Confira cinco passos destacados pelo consultor: Reafirma o empresário da FZ Imóvóeis, o Sr. Francisco Freitas Cordeiro.

Paulo Ávila - CEO - Mais Comunicação
1 – Cortar gastos – “Para cortar despesas, cada linha de fluxo de caixa deve ser revisada. De preferência, dos maiores números para os que resultam em dividendos menores. O objetivo é encontrar alguma economia significativa que seja convertida em um aumento de capital para investimentos e transformação estratégica. O objetivo não é apenas reduzir o custo, mas sim utilizar estas mudanças para se posicionar melhor do que a concorrência.”
2 – Manter a competitividade – “Mais do que tomar medidas para reequilibrar as contas, as empresas brasileiras não podem deixar de lado os investimentos em inovação tecnológica para se tornarem mais competitivas. A questão no momento não é somente a falta de recursos, o problema está no retorno sobre estas aplicações. O simples corte de gastos não atrai mais investimentos. Empresas que não investem em inovação ficam defasadas em relação aos concorrentes.”
3 – Se preparar para imprevistos – “Existem forças contrárias na economia: ‘por um lado, o Real fraco facilita a exportação. Por outro lado, a pressão inflacionária faz com que o Banco Central aumente os juros para contê-la. Essa atitude traz investimento interno valorizando o Real frente ao Dólar. Quem irá vencer? Só os dias dirão. A certeza é que estamos vivendo uma época de alta oscilação que é traduzida pelo empresário como alto risco, o  que inibe o investimento’.”
4 – Definir as prioridades – “Se pensarmos no Governo, por exemplo, a prioridade de mudanças é o setor de telecomunicação. Mais concorrência poderia abaixar os preços e permitir acesso em áreas mais remotas do Brasil. A otimização de processos interligados não é possível pois o acesso a dados é limitado em várias partes do Brasil. A qualidade é imprevisível e os preços são exorbitantes. Já para o empresário, a prioridade está em procurar melhorares condições para que futuros investimentos aconteçam.”
5 – Procurar por parcerias – “A parceria público-privada (PPP), por exemplo, é um avanço importante para o Brasil. Ela permite um balanço entre a política pública e a eficiência e inovação privada. Mas é preciso também ficar atento porque a lei, em sua forma atual, é mais vantajosa para empresas grandes. Se o Brasil quer inovar e avançar, ele não pode ficar limitado a um grupo específico de empresas. Deve-se incentivar empresas médias a participar das parcerias, balanceando o nível de participação com as empresas de maior porte.”

sábado, 5 de março de 2016

Como vender em tempos de crise: 5 cases de sucesso

04[1]
Em tempos de crise muitas vezes é preciso repensar as estratégias. Veja a seguir alguns casos que revelam isso na prática e que servem de inspiração para você que ainda está com medo da crise e não começou a se mexer.


Mudança de foco
No segmento de agências de turismo, já ficou evidente que as viagens de negócios sofrerão impacto este ano no Brasil. Para não ter seus negócios prejudicados, a Águia e Flytour, empresas especializadas na prestação de serviços a empresas, criaram unidades para vender entretenimento.
Diversificando a atuação
Já a CVC, maior operadora de turismo da América Latina, criou uma unidade para vender viagem de intercâmbio, segmento que movimenta R$ 1,2 bilhão por ano (bem menor que o de lazer, que gira R$ 33 bilhões anualmente, mas ainda assim muito importante), diversificando (e ampliando) sua atuação.
Ampliação da participação no mercado
Um bom exemplo do varejo vem da Riachuelo. Com faturamento de cerca de R$ 7 bilhões por ano, a rede decidiu manter os planos de abrir mais 40 lojas neste ano – mesmo com a crise. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, justificou a estratégia dizendo: “Não olho para o pé, mas para o horizonte”. Assim, a empresa deve encerrar 2015 com pouco mais de 300 pontos de venda.
Aumento do número de pontos de venda
Essa também é a estratégia adotada pela Magazine Luiza este ano. Na tentativa de ampliar a base de lojas e diluir os custos fixos mais rapidamente, a varejista deve abrir de 40 a 50 lojas em 2015 – além de reformar de 20 a 30 unidades.
Lançamento de novos produtos
A Fiat, que está tendo um primeiro semestre bem ruim no Brasil (registra queda de 8,5% até o momento), tem uma estratégia similar para voltar a crescer daqui em diante: o lançamento de novos produtos. Segundo o presidente da marca para a América Latina, Cledorvino Belini, a estimativa é que ao fim do ano o resultado seja igual ao de 2014. O que, segundo ele, já seria um grande resultado se analisarmos o atual cenário do mercado de automóveis.

Mudança de foco
No segmento de agências de turismo, já ficou evidente que as viagens de negócios sofrerão impacto este ano no Brasil. Para não ter seus negócios prejudicados, a Águia e Flytour, empresas especializadas na prestação de serviços a empresas, criaram unidades para vender entretenimento.
Diversificando a atuação
Já a CVC, maior operadora de turismo da América Latina, criou uma unidade para vender viagem de intercâmbio, segmento que movimenta R$ 1,2 bilhão por ano (bem menor que o de lazer, que gira R$ 33 bilhões anualmente, mas ainda assim muito importante), diversificando (e ampliando) sua atuação.
Ampliação da participação no mercado
Um bom exemplo do varejo vem da Riachuelo. Com faturamento de cerca de R$ 7 bilhões por ano, a rede decidiu manter os planos de abrir mais 40 lojas neste ano – mesmo com a crise. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, justificou a estratégia dizendo: “Não olho para o pé, mas para o horizonte”. Assim, a empresa deve encerrar 2015 com pouco mais de 300 pontos de venda.
Aumento do número de pontos de venda
Essa também é a estratégia adotada pela Magazine Luiza este ano. Na tentativa de ampliar a base de lojas e diluir os custos fixos mais rapidamente, a varejista deve abrir de 40 a 50 lojas em 2015 – além de reformar de 20 a 30 unidades.
Lançamento de novos produtos
A Fiat, que está tendo um primeiro semestre bem ruim no Brasil (registra queda de 8,5% até o momento), tem uma estratégia similar para voltar a crescer daqui em diante: o lançamento de novos produtos. Segundo o presidente da marca para a América Latina, Cledorvino Belini, a estimativa é que ao fim do ano o resultado seja igual ao de 2014. O que, segundo ele, já seria um grande resultado se analisarmos o atual cenário do mercado de automóveis. 





Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

sexta-feira, 4 de março de 2016

4 dicas infalíveis para aumentar as vendas da sua empresa

Quer aumentar as vendas na sua empresa? Conheça 4 dicas que podem transformar você em um grande vendedor! 








 Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

Vender é uma arte milenar. Muito antes de surgir o sistema de compras e vendas que conhecemos hoje, a humanidade já vendia. Nossos ancestrais trocavam entre si mercadorias e, desde aquela época, só os melhores negociadores eram escolhidos por seus líderes para ir a campo.
Hoje não é diferente e quando se fala em bons vendedores, o funil fica ainda mais apertado. Então, para ajudar a despertar o vendedor que existe aí dentro, preparamos uma série de dicas para aumentar as vendas da sua empresa.
Ao final, você ainda poderá baixar um ebook gratuito com o Guia definitivo para captação de clientes nas pequenas e médias empresas. Vamos lá?
dicas aumentar vendas wide 4 dicas infalíveis para aumentar as vendas da sua empresa

O primeiro passo é conhecer as quatro etapas de uma venda:
1 – Prospecção: no início, você precisa identificar clientes em potencial e saber quem são seus concorrentes.

2 – Abordagem: é o momento de fazer contato, se apresentar, ganhar confiança e falar do seu produto.

3 – Negociação: hora de falar sobre preços, prazos e datas de entrega.

4 – Fechamento: por último, o momento decisivo de assinar o contrato.
Agora sim, vamos para as quatro dicas infalíveis de como ser um bom vendedor:

1. Saiba qual é o seu objetivo

Sabendo qual é sua meta e para quem quer vender, você vai saber qual a melhor forma de abordar e apresentar seu produto ou serviço. Não adianta atirar para todos os lados: para vender é preciso planejar e ter metas bem definidas.

2. Acredite no seu produto

A primeira pessoa a comprar seu produto deve ser você mesmo. Se nem mesmo o próprio vendedor acreditar na solução que o produto tem para oferecer, com certeza será muito difícil fazer com que alguém acredite nele.

3. Conheça seus clientes

Se você tiver tempo para investigar como são as pessoas para quem você quer vender, ponto para você. Mas isso nem sempre é possível, principalmente no primeiro contato. Portanto, apure seu poder de sondagem! Procure fazer as perguntas certas, que levem você a identificar as necessidades do cliente, para poder assim mostrar todo o potencial do seu produto.

4. Seja entusiasmado, paciente e persistente

O cliente só vai dar o “sim” que você espera se você conseguir encantá-lo. Não se esqueça: você não é o único que está vendendo. Pense sempre que seu cliente já foi abordado por outros vendedores, então se você conseguir despertar entusiasmo dele, é com você que ele vai comprar.
O ciclo de venda pode ser longo, dependendo do público-alvo e das características do produto ou serviço que você oferece. O importante é não tentar pular nenhuma das fases, você precisa se manter no domínio da venda. Acredite que você não está oferecendo apenas um produto, mas sim um benefício, uma solução para a vida de quem compra.
Também esteja preparado para não vender – mas sem deixar que as portas se fechem, se coloque sempre à disposição para retomar a conversa – e esteja pronto para começar tudo de novo. Um bom vendedor é, acima de tudo, alguém que gosta de criar e manter bons relacionamentos.