terça-feira, 21 de junho de 2011

AS FÉRIAS ESTÃO CHEGANDO !!!

Turismo ecológico e esportes radicais…
O Brasil é riquíssimo em turismo ecológico. Temos matas, praias, cavernas, ilhas, parques ecológicos, reservas naturais, enfim, uma infinidade de lugares para conhecer e curtir. Seja no interior ou no litoral, o turismo ecológico está muito bem estruturado, podemos encontrar operadoras e agências sempre adequadas as nossas expectativas, levando em conta o custo-benefício do nosso projeto turístico.


Se você quiser incrementar suas férias, procure as viagens ecológicas, pois proporcionam mais adrenalina e aventura, aconselho os esportes radicais, são gostosos, emocionantes e manda longe qualquer stress. O Brasil tem excelentes opções como rapel e montanhismo, rafting, canoagem, bóia-cross, canyoning, caving, mergulho, mountain bike, tirolesa, trekking, entre outros.


Veja agora a descrição de alguns destes esportes radicais,

O Rapel é uma técnica do alpinismo para efetuar a descida de forma controlada por cordas ou cabos, uma cadeirinha especial e acessórios. O objetivo é vencer obstáculos como cachoeiras, abismos, pontes e exploração de cavernas.
A palavra vem do francês e quer dizer chamar, recuperar.
O Rapel pode ser praticado em qualquer lugar, desde que ofereça a segurança necessária e esteja dentro do seu nível de habilidade. No Paraná, ambos os lados da fronteira Brasil / Argentina temos O Parque Nacional do Iguaçu em São Paulo é possível praticar em: Bragança Paulista – Visual das Águas, Guarujá – Morro do Maluf, São Bento do Sapucaí – Via Asterix, Falésias da Pedra da Divisa, Vias da Pedra da Divisa, e Via Lixeiros, Salesópolis – Via Nephila, Vila Irmanos 5 e Falésia, Atibaia – Pedra Grande, Mairiporã – Complexo Mantiqueira – no Ceará temos a Serra da Ibiapaba, local riquíssimo de belas paisagem e propício para o Rapel.
O Rafting é a prática de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança.
O Rafting foi descoberto em 1869 nos EUA, John W. Powel organizou uma expedição no Colorado. No Brasil os primeiros botes para corredeiras chegaram em 1982. O Estado de São Paulo é pioneiro na prática deste esporte.




Onde praticar em São Paulo
Juquitiba – Rio Juquiá e Alto Juquiá, São Luis do Paraitinga – Rio Paraibuna, Brotas – Rio Jacaré-Pepira, Caconde – Rio Pardo, São Bento do Sapucaí – Pedra do Baú.
O Canyoning é a escalada e exploração em cachoeiras, canyons e rios. Apareceu com as expedições do francês Edouard Martel no início do século. Ele foi contratado pelo governo do seu país para explorar canyons, gargantas e cavernas entre França e Espanha.
No Brasil as primeiras competições são da década de 90. Atualmente o Brasil está entre os dez maiores praticantes de canyoning do mundo, muito embora seja mais conhecido como atividade recreativa que competitiva, mas o futuro é promissor, segundo especialistas o número de praticantes tem crescido consideravelmente nos últimos 5 anos. 
O Brasil tem excelentes condições para a prática do canyoning. Um grupo conhecido como H2OMem, se tornou a maior referência dessa prática no país. Em dez anos o grupo cadastrou mais de 2 mil cachoeiras em 12 estados brasileiros. Em São Paulo, temos Brotas a cidade dos esportes radicais, conhecida por sua excelente infra-estrutura e natureza relacionada ao esporte com seus rios e cachoeiras.
O Caving consiste na exploração de cavernas, descer abismos, explorar fendas estreitas, rastejar por condutos apertados e nadar em rios subterrâneos.
No Brasil temos Bonito no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, em São Paulo temos o PETAR, e no Ceará temos a Gruta de Ubajara, situada na Serra da Ibiapaba.




A Tirolesa é a prática de deslocamento através de cabos e roldanas entre dois pontos, numa cadeirinha de alpinismo, geralmente acima de um lago e no final do percurso o aventureiro se solta do equipamento e cai na água.


A tirolesa recebe este nome por ser originaria da região de Tirol na Áustria.
O Trekking é uma caminhada com vários níveis de dificuldades. É também conhecida como enduro à pé de regularidade, quando existe toda uma preparação que vai da escolha da trilha e monitoramento do percurso, com pontos de controle que verificam a regularidade da equipe até a leitura e interpretação de planilhas. As equipes vão munidas de calculadoras, cronômetro e bússola e muito condicionamento físico.
Ganha a equipe que consegui mais regularidade.
Escolha o esporte que mais se adequa ao seu perfil, um bom instrutor, respeite seus limites e as imposições da natureza e divirta-se.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

HINO NACIONAL PATROCINADO

O QUE É MÍDIA INDOOR!









Mídia Indoor é todo e qualquer tipo de propaganda ou divulgação feita dentro de todo e qualquer estabelecimento, especialmente em locais de espera forçada como: filas, recepções, elevadores, ônibus entre outros. Existem outras definições como “Out Of Home” do inglês (Fora de Casa). Além disso muitas agências de propaganda a definem como mídia alternativa ou extensiva, que não esta errado, pois a mídia indoor está inserida dentro do contexto de mídias alternativas. Atualmente a mídia indoor se estende ao termo chamado ativação indoor, que engloba toda e qualquer ação que coloca a marca em contato direto com o consumidor. São projetos especiais desenvolvidos para atender as necessidades de cada anunciante, que tem por tendência natural o objetivo de se aproximar cada vez mais do seu target (público-alvo).







Por outro lado, estudos comprovaram que a atenção das pessoas à midia interna é muito superior se comparada com a atenção dispensada às midias exteriores, e função principalmente da pouca concorrência, por estarem geralmente em ambientes fechados.
Nos últimos tempos, vem se destacando a utilização de meios eletrônicos para veiculação de campanhas de midia indoor, sobretudo, pela velocidade e dinamismo oferecidos, aliada à redução dos preços de monitores de plasma e de microcomputadores, elementos indispensáveis neste tipo de comunicação.






Abaixo algumas vantagens da mídia indoor:
1º – O cliente não desperdiça verba com o consumidor que não lhe interessa. A mídia indoor possibilita uma segmentação de publico e o anunciante atinge o seu publico alvo através da localização dentro de estabelecimentos favoráveis ao nosso anunciante.
2º – O tempo de exposição perante o anuncio varia de 1 a 4 minutos dependendo da permanência do consumidor no estabelecimento e perante o anuncio;
3º – Em horários de lazer as pessoas estão mais sensíveis às informações que recebem, e o nível de ruído e dispersão é praticamente zero;
4º – A localização dos anúncios estão nos melhores e mais bem freqüentada local da cidade o qual valoriza a sua marca e empresa;
5º – Todos nossos Boards estão localizados em ambientes de altíssimo padrão de acabamento e higiene, o que valoriza o seu anuncio;
6º – Diferenciado do Jornal, Rádio e TV, pouquíssimos anunciantes dividem o mesmo espaço, e nenhum deles jamais será seu concorrente.
7º – Possibilidade de segmentação de publico, homem e mulher disponibilizando criar anúncios específicos para cada sexo e publico em questão.



Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

domingo, 19 de junho de 2011

O HINO DAS MARCAS !


Esses publicitários não tem mais o que inventarem...
Bem interesante! 

SUA MARCA CRIA VALOR PARA O CLIENTE?

Veja a opinião do especialistas em comunicação e marketing Paulo Sérgio Ávila sobre como as empresas têm tratado a marca e seus clientes.








Muitas empresas que atuam no mercado de consumo de massa, oferecendo produtos e serviços, enfrentam um sério dilema, que não tem relação com os efeitos da crise econômica mundia mais recente. 


Nos últimos cinco anos, as fórmulas comprovadas para impulsionar as vendas e aumentar a participação de mercado têm se tornado cada vez mais irrelevantes. 


Em todos os lugares, o valor agregado que as marcas proporcionam ao consumidor está caindo e esse declínio começou muito antes da derrubada das bolsas de valores.
Chegamos a essa conclusão após pesquisas exaustivas sobre as marcas. Percebemos, desde meados de 2004, tendências importantes, como a mudança de atitude do consumidor em relação aos tipos e aos segmentos de marcas. 


Em todos os setores, do de aviação ao automobilístico, passando pelos de bebidas, companhias de seguro, turismo e varejo– constatamos queda significativa nos principais indicadores de valor de marca, como percepção do tipo top of mind, confiança e admiração. 


Muitas marcas não estavam aumentando o valor intangível da empresa como costumavam fazer. Em vez disso, grande parte delas parece estar marcando passo no mercado.


No entanto, outra pesquisa que realizamos sobre o desempenho financeiro de empresas voltadas para o mercado de consumo revelou que as marcas estavam criando mais e mais valor para as companhias e seus acionistas. 


A evidência disso estava no preço crescente das ações, impulsionado pelo valor intangível que os mercados acionários estavam implicitamente atribuindo às marcas.
Mesmo depois do colapso das bolsas de valores no final de 2008, nossos estudos demonstraram que o valor da marca ainda representa cerca de um terço do valor da empresa no mercado acionário.


Analisando todos os dados juntos, descobrimos que havia um aumento do valor que os mercados financeiros atribuem às marcas, mas esse crescimento as beneficia cada vez menos. Para gigantes como Google, Apple e Nike, o valor da marca continua aumentando fortemente, mas a quantidade de casos de alto desempenho, de marcas criadoras de valor como essas, tem diminuído em todos os setores.
Ao mesmo tempo, o valor real criado pela vasta maioria das marcas está estagnado ou em franco declínio. 



Esse descompasso entre o comportamento dos consumidores em relação às marcas e o valor de mercado das empresas é a receita do desastre em dois níveis. No plano macroeconômico, significa que o preço das ações da maioria das empresas voltadas para o mercado de consumo está sobrevalorizado: há uma “bolha de marca”. Uma vez que ela murche, ou pior, estoure, pode afetar o mercado acionário em todo o mundo.



Para os líderes das organizações, esse descompasso indica um sério e contínuo problema de gestão da marca. O que as empresas podem fazer para assegurar que suas marcas não estão entre as perdedoras? 



Nossa pesquisa revelou que as marcas mais bem-sucedidas atualmente –entre elas Adidas, iPhone, Pixar e Wikipedia– soam para os consumidores de uma forma especial: transmitem entusiasmo, dinamismo e criatividade de um modo que a grande maioria das marcas não consegue fazer.


Chamamos essa qualidade de “diferenciação energizadora” e conseguimos identificar, entre muitos atributos de marca, os indicadores que medem essa qualidade.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

IV CAFÉ LITERÁRIO.

A quarta edição do Café Literário trará uma obra de Eça de Queiroz como principal tema do debate em mais um evento cultural em Ubajara. Desta vez, a obra escolhida foi "O Crime do Padre Amaro", em que será feita uma releitura e um compartilhamento das visões do autor por parte dos participantes.

O grupo de professores, coordenado por Aldenir Almeida, realiza esse trabalho desde novembro de 2010, em que o principal objetivo é desenvolver o eixo de literatura e a formação do leitor, como aperfeiçoamento de um programa estadual de aprendizagem. O momento também serve para praticar o velho hábito de prosear e ouvir uma boa música.

O encontro acontecerá nesta sexta-feira, 17, na Escola Nossa Senhora dos Remédios, no bairro Monte Castelo, a partir das 18h30min. Depois do Café Literário haverá a apresentação da Quadrilha Chão da Terra e da Banda Lua Nova.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.


Estamos finalizando a auto-análise desta semana, relacionada aos problemas de comunicação, com o bloco dos problemas técnicos.








Técnicos:



Desorganização de idéias – Toda apresentação deve ter uma estrutura, ou seja, um objetivo, um começo, um meio e um fim. Há pessoas que começam pelo meio, terminam pelo começo e desenvolvem aquilo que deveriam deixar para o final. É necessário aprender e desenvolver apresentações estruturadas e organizadas.



Vícios de linguagem – Ou seja, excesso de “nés”, “tás”, “certos”, “percebes”, “aaaa..”
“eee...”. A audiência fica contando quantos desses vícios ocorreram e deixam de prestar atenção no conteúdo da fala.



Dificuldade de vocabulário – É até comum a pessoa querer dizer alguma coisa, ela tem a idéia na cabeça, mas não consegue encontrar rapidamente a palavra para externar esse pensamento.



Inadequação no uso de Recursos Audiovisuais – Transparências ou lâminas excessivamente carregadas, muitas informações de uma só vez, cores e contrastes de mau gosto, ilegibilidade, falta de clareza ou adequação em relação ao conteúdo.



Em síntese, essas são as dificuldades mais comuns que temos observado em sala de treinamento. Além dessas, inúmeros outros pequenos problemas, desde prolixidade, excessiva objetividade, postura arrogante ou prepotente ou, ao contrário, humilde demais.



O que julgo importante ao fazer uma análise sobre os problemas de comunicação, é que a parte mais difícil é justamente a descoberta desses problemas, pois a solução é relativamente simples, dependendo apenas de destreza experimental e orientação adequada. Descubra portanto, quais são as suas dificuldades de comunicação, invista na sua solução e esteja certo de que sua vida será bem melhor.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


quarta-feira, 15 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.

Como combinado iniciaremos esta postagem dando continuidade a auto-análise dos problemas mais frequentes da comunicação. Para tanto falaremos sobre o bloco, que se refere aos problemas físicos.







Físicos:



Voz fraca – volume baixo, onde a voz é quase inaudível



Linearidade – a fala mantém um tom monocórdio, gerando sonolência e desatenção das pessoas.



Dicção ruim – dificuldade de pronúncia, onde os sons não são claros e a compreensão fica prejudicada



Velocidade excessiva – onde a pessoa atropela as palavras, além de dificultar o entendimento das idéias



Velocidade lenta – talvez pior ainda do que a velocidade acelerada. Ficamos impacientes, querendo ajudar a pessoa que está falando, também gerando desinteresse.



Ausência de teatralização – ou seja, a pessoa que fala nada expressa além do conteúdo e sabemos que tão ou mais importante do que o conteúdo é a forma de falar. Um bom exemplo disso é a pessoa falando algo alegre com uma voz triste ou melancólica.



Nasalação – onde os sons são excessivamente anasalados, tornando feia a fala.

Ausência de pausas – As pausas servem para facilitar a compreensão do ouvinte, dar beleza estética e também para que o apresentador possa melhor concatenar as suas idéias.

A ausência de pausas torna a fala inadequada e distrai a atenção dos ouvintes.



Ausência de gestos – Algumas pessoas colocam as mãos atrás ou na frente do corpo ou ainda na cintura (tipo açucareiro), cruzam os braços ou enfiam as mãos nos bolsos e não fazem gestos. Uma gesticulação adequada reforça o conteúdo da fala.



Postura inadequada – Pensando na posição dos pés, podemos fazer uma analogia com o relógio. Existe a posição “quinze para o meio dia”, “Meio dia e quinze” e “dez para as duas”. São inadequadas, desviam a atenção dos ouvintes e geram certa deselegância.



Olhar perdido – Há aqueles que olham para cima ou para baixo ou apenas para algumas pessoas. O ideal é que se olhe nos olhos das pessoas, envolvendo-as plenamente.



Aparência deselegante – Um toque de classe, de sensibilidade, de bom senso e de bom gosto nunca é demais. Só que algumas pessoas exageram no contrário, ou seja, são relaxadas mesmo, desde uma roupa suja ou um sapato sem graxa e mal cuidado até desleixo em detalhes de asseio e aparência corporal.

Na próxima postágem iniciaremos com o bloco dos problemas técnicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


terça-feira, 14 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.

Dando continuidade a auto-análise dos problemas mais frequentes da comunicação, falaremos agora do primeiro bloco, que se refere aos problemas psicológicos.







Psicológicos:



Medo – Medo de tudo, de ser mal sucedido, de errar, de não ser compreendido, de falhar, de não conseguir dar o recado, de denegrir a sua própria imagem, de dar a dor de barriga que você teve há 10 anos, enfim muitos medos. O mais curioso, se analisarmos bem, na verdade não vamos encontrar muitas razões para esses medos, pois na maioria são imaginários e não reais. O principal medo, no entanto, que pode ser uma síntese de todos esses é o “Medo de falar em público”.



Excesso de preocupação – Algumas pessoas são preocupadas demais. Existe um lado positivo na preocupação relacionado a preparação, ao planejamento, a organização do que iremos realizar. Só que temos uma voz interior e se não a soubermos controlar, nos perdemos. Essa voz começa a perguntar assim: E se eu falhar? E se perguntarem algo que eu não sei? E se entrar o diretor enquanto eu estiver falando?



O interessante é que as respostas a essas perguntas tendem a ser negativas, gerando um pessimismo e neutralizando as forças de energia positiva e de entusiasmo, minando as resistências da pessoa, gerando uma grande possibilidade de fracasso.



Baixa auto-estima -Há um pensamento muito famoso, atribuído a Henri Ford, que diz: “Se você acha que pode ou se acha que não pode, em ambos os casos você está certo”.



Em outras palavras, se você acredita no sucesso do seu esforço ou se acredita no insucesso, em ambos os casos você também está certo.



Podemos optar em sermos otimistas ou em sermos pessimistas e até essa atitude diante da vida ou das situações pode ser treinada e desenvolvida.



A natureza, na sua complexidade e, ao mesmo tempo simplicidade nos dá uma grande lição quando nos mostra que colhemos aquilo que plantamos, ou seja, um pessimista irá falar mal de si mesmo, denegrindo a sua própria imagem, evidenciando a sua impotência e a sua incapacidade. É óbvio que colherá dó e pena das pessoas. Por outro lado, uma pessoa de bem com a vida e consigo mesma, entusiasta e otimista, irá irradiar uma energia positiva e atrairá para si aquilo que plantou, ou seja, estímulos positivos, energia boa, pessoas que funcionam nessa mesma faixa de freqüência.

Na próxima postágem iniciaremos com o bloco dos problemas físicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


segunda-feira, 13 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.


Vendas perdidas, negociações mal sucedidas, treinamentos ineficientes, discursos sonolentos e mal elaborados, desperdiçando o tempo das pessoas, discussões, boicotes, brigas e desentendimentos entre as pessoas de um modo geral, quer seja em relações profissionais, familiares ou sociais.




O mundo como um todo seria muito melhor se as pessoas conseguissem se comunicar melhor. Sem perceber, muitos dos problemas comuns que ocorrem nas relações interpessoais acontecem justamente por problemas de comunicação.



Antes de falar sobre esses problemas, quero propor uma reflexão sobre uma premissa básica no processo da comunicação: A comunicação não é o que eu falo; é aquilo que chega.



Somos, por excelência, exímios interpretadores de tudo o que acontece. Faz parte da natureza humana, tanto que avaliamos, ponderamos, julgamos, comparamos com a nossa escala de valores tudo o que percebemos, vemos e ouvimos. Gostamos ou não gostamos, achamos simpático ou antipático, consideramos agradável ou desagradável, interessante ou indiferente. Fazemos isso o tempo todo.



Por essa razão, se desejamos, de fato, nos comunicar com outras pessoas, precisamos, constantemente, exercitar a arte da empatia, que é a capacidade de nos colocarmos no lugar da outra pessoa, entendermos o seu estado de espírito, seu momento psicológico, seu nível cultural, suas crenças, seus apelos emocionais.



Além disso, precisamos resolver os nossos problemas de comunicação e, posso afirmar com segurança, que são muitos.



Apresentarei, durante esta semana, de maneira resumida os problemas mais comuns que coletamos ao longo de 18 anos ajudando as pessoas a resolverem as suas dificuldades de comunicação e a proposta é gerar um questionamento para que você possa fazer uma auto-análise e ao identificar-se com alguns desses problemas, possa procurar algum tipo de solução, pois se existirem poderão impedir uma melhor desenvoltura no cenário pessoal e profissional.



Para facilitar a auto-análise, nas próximas postagens, apresentaremos esses problemas subdivididos em três blocos distintos, a saber: a) psicológicos; b) físicos; c) técnicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação