terça-feira, 24 de maio de 2011

O QUE É MARKETING CULTURAL ?

Marketing Cultural é uma ferramenta de comunicação que, se aplicada com critério e seriedade, só oferece vantagens para os patrocinadores, artistas, produtores e, alvo maior, o cidadão brasileiro. De 1994 para cá o número de empresas que passaram a investir em cultura sextuplicou e cada vez mais pessoas ingressam nesse mercado anualmente. E são para esses novos navegantes - produtores, artistas, estudantes ou empresários - que preparamos esta série de informações úteis que serão apresentados no decorrer desta semana, como postagem do nosso blog para dar uma melhor compreensão sobre como a cultura pode ser seu próprio agente de difusão.

O que é marketing cultural?

É toda ação de marketing que usa a cultura como veículo de comunicação para se difundir o nome, produto ou fixar imagem de uma empresa patrocinadora. Para se fazer marketing cultural não há fórmula fechada, pois há variáveis que, conforme combinadas, podem resultar numa excelente ação de marketing. O que manda é a criatividade para atingir o público alvo de forma a atender os objetivos de comunicação da empresa com os recursos disponíveis. Ao patrocinar um show, por exemplo, a empresa pode não só associar sua marca àquele tipo de música e público como pode também oferecer amostras de produto (promoção); distribuir ingressos para os seus funcionários (endomarketing); eleger um dia exclusivo para convidados especiais (marketing de relacionamento); enviar mala-direta aos consumidores/clientes informando que o show está acontecendo e é patrocinado pela empresa (marketing direto); mostrar o artista consumindo o produto durante o show (merchandising); levantar informações gerais sobre o consumidor por meio de pesquisas feitas no local (database marketing); fazer uma publicação sobre o evento (marketing editorial); realizar uma campanha específica destacando a importância do patrocínio (publicidade) e muitas outras ações paralelas que tem o poder de ampliar o raio de alcance da ação de marketing cultural.

Por que as empresas fazem marketing cultural?

Ele vem ganhando força no meio empresarial porque apresenta soluções relativamente baratas a três novas exigências do mercado: 1) necessidade de diferenciação das marcas; 2) diversificação do mix de comunicação das empresas para melhor atingir seu público; e 3) necessidade das empresas se posicionarem como socialmente responsáveis. Ao patrocinar um projeto cultural a empresa se diferencia das demais a partir do momento em que toma para si determinados valores relativos àquele projeto (por exemplo tradição, modernidade, competência, criatividade, popularidade etc.). Também amplia a forma como se comunica com seu público alvo e mostra para a sociedade que não está encastelada em torno da sua lucratividade e de seus negócios.


Nas próximas postagem mais informações pertinentes ao tema Marketing Cultural.




Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação



segunda-feira, 23 de maio de 2011

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM SUSTENTABILIDADE ?


Conceito de sustentabilidade 


Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, assustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.



Ações relacionadas a sustentabilidade


- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. 

- Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.
- Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos;
- Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento.
- Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar.
- Criação de atitudes pessoais e empresarias voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo.

- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia.
- Atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados.


Benefícios
A adoção de ações de sustentabilidade garantem a médio e longo prazo um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

sábado, 21 de maio de 2011

A IMPORTÂNCIA DOS BLOGS

Blog é uma abreviação de weblog, qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog (últimas notícias de um jornal online por exemplo).

A maioria das pessoas tem utilizado os blogs como diários pessoais, porém um blog pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado.

Quem já possui um site pode aproveitar uma ferramenta de blog para atualizar seu conteúdo de maneira rápida e descomplicada, em qualquer lugar da internet basta digitar seu login e senha, escrever o que quer publicar e clicar num botão. Conhecendo HTML e outras ferramentas de web permitirá que você incremente seu blog, conferindo a ele um aspecto extremamente profissional, ou então você pode também encaixar seu blog dentro do site, transformando algumas seções em blogs. De uma certa forma os blogs são CMS's (Content Management System) mais simples.

Atualizações rápidas e retorno do usuário – Os blogs que utilizam certas linguagens, como por exemplo rss, podem ser úteis na otimização de certos sites tradicionais. Essa importância se baseia, sobretudo, no fato de que, quando usados como ferramenta acessória, possibilitam rápida indexação por parte dos mecanismos de busca. O texto editado em um blog é imediatamente difundidos na rede, chega aos mecanismos de busca e aciona os seus robots. Estes recolhem as informações, as quais são imediatamente indexadas e disponibilizadas. Em outras palavras, esses blogs possiblitam atualizações quase que imediatas do site. 

A concepção é a de que, se o site oferece esse tipo de serviço, o usuário voltará a ele por saber que ali encontra novidades. Os mecanismos de busca promovem esse site porque, se estiver no início das listas, será visto, agradará ao usuário, e este voltará ao site, via tal mecanismo de busca. 

Atualizações fornecidas por empresas – Esse movimento de veiculação de textos tem sido tão rápido que começam a surgir, nos países desenvolvidos, empresas especializadas em municiar certos blogs – sejam como blogs independentes ou como páginas de sites tradicionais – com informação recente e automática. Por enquanto, esse serviço está limitado a municiar blogs de notícias e os que tratam de temas com demanda específica, como por exemplo, informações sobre o tempo. Por esses serviços o proprietário do site tradicional oferece ao usuário informação rápida, atualizada e a custo mais baixo do que a oferecida em página tradicional da web. 

Importância da atualização rápida – A importância da atualização rápida, do ponto de vista do usuário, pode ser avaliada no que está acontecendo em dois municípios norte-americanos e o trânsito nas suas estradas. O usuário que deseja fazer uma viagem dentro do município acessa o site de notícias sobre as estradas. Obtém em tempo real informações e imagens sobre todas elas. Se, por acaso, existe um problema de trânsito lento ou bloqueado em alguma, o internauta fica sabendo o horário em que o fluxo normal será restabelecido ou alterantivas que tem no momento. Coisas desse tipo são possíveis com a conjugação simultânea de disponibilidade da informação, entrada imediata dos dados no site/blog, rápida difusão da informação, rápida indexação pelos mecanismos de busca ou por alguns deles.


Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


sexta-feira, 20 de maio de 2011

COMO ELABORAR ESTRATÉGIA DE 
COMUNICAÇÃO ?






Só uma boa estratégia poderá garantir a coerência de todas as acções de comunicação da sua empresa. Não existe um único trilho. Tudo dependerá dos objectivos que pretende atingir.




Conheça as diferentes soluções para agarrar o consumidor 



O que esperamos? Como pensamos consegui-lo? É a partir da resposta a estas questões que conseguirá estabelecer uma estratégia de comunicação. Ela permitir-lhe-á garantir a coerência e a perspectiva integrada das inúmeras acções de comunicação realizadas por uma organização. 
Para estruturar a estratégia de comunicação devem definir-se, em primeiro lugar, os destinatários. Os alvos de marketing são diferentes dos alvos da comunicação. Quando definimos a estratégia de comunicação, não devemos considerar apenas os que compram ou consomem o nosso produto ou serviço, mas também aqueles que influenciam esse comportamento. Tem, por isso, de se ter em conta as pessoas que iniciam o processo de decisão (iniciadores), as que influenciam directamente a compra (influenciadores e prescritores) e as que efectivamente decidem qual o produto (marca) que vai ser comprado (decisores).
Identificar a meta

A comunicação pode ter vários fins. É, por isso, indispensável definir com clareza aqueles que se pretendem atingir. Só assim poderemos traçar o melhor percurso. Os objectivos servem para coordenar o plano de comunicação entre a empresa, a agência e todos os parceiros envolvidos no processo e para fornecer um critério para tomar decisões e avaliar os resultados da comunicação.
Se bem que o fim último da comunicação seja atingir os objectivos de marketing, fazer que o consumidor compre o produto ou serviço, até lá chegar dão-se várias etapas mentais. A sequência «aprender, sentir e fazer», por exemplo, aplica-se a casos em que o cliente tem um elevado envolvimento na compra e existem vários produtos à disposição. É o caso do processo de compra de automóveis. Já os produtos de higiene, que exigem pouco envolvimento, seguem a sequência «conhecer, comprar e utilizar».
É necessário conhecer qual a sequência que o consumidor irá seguir e desenvolver as acções de comunicação adequadas, para que ele percorra esse processo com êxito. Os objectivos da comunicação integram três categorias: dar a conhecer a existência de um produto, as suas características e o seu modo de utilização, fazer gostar de um produto, marca ou empresa e fazer agir, ou seja, incitar o consumidor a comprar ou a aderir a uma causa ou a participar num evento. 
Não existe um único trilho. Cada empresa tem que enveredar pela estratégia de comunicação que melhor se adapta ao seu caso. Existem dois grupos de estratégias principais: as concorrenciais e as de desenvolvimento. Para as complementar existem as estratégias de fidelização.

As estratégias concorrenciais

Os mercados são cada vez mais competitivos, e quem não souber comunicar as vantagens do seu produto ou serviço de uma forma eficaz é rapidamente ultrapassado pela concorrência. As estratégias para o conseguir são várias.

Comparativas. Típicas de mercados altamente competitivos e em desenvolvimento. Há que demonstrar as vantagens do produto e encontrar aspectos de diferenciação. Em Portugal, a publicidade comparativa é permitida, dentro de certos limites. São exemplo as campanhas da Burger King face à McDonald’s (os nossos hamburgers são muito maiores) e a campanha da Colgate.

Financeiras. Utilizadas em produtos e mercados que se encontram na fase de maturidade do seu ciclo de vida. O orçamento é determinante. A avaliação dos investimentos em publicidade é avaliado através do share of voice, indicador que dá a relação entre os investimentos da empresa e os do seu mercado. O objectivo é aumentar a taxa de notoriedade.
A Coca-Cola é um produto com mais de um século, mas sempre apostou fortemente na comunicação. Os seus slogans jamais serão esquecidos.

De posicionamento. Usam-se quando as empresas têm dificuldade em captar e fidelizar os consumidores. É fundamental que o consumidor tenha uma imagem clara dos benefícios que a marca lhe transmite e que o diferencie dos concorrentes. A Lego, por exemplo, posiciona-se apostando no desenvolvimento intelectual das crianças.

Promocionais. São utilizadas para relançar o interesse por um produto, para fidelizar os seus consumidores, para reagir ao ataque da concorrência ou para promover a sua experimentação. Estas estratégias são normalmente agressivas, procurando obter resultados imediatos e oferecendo vantagens excepcionais de curta duração. É o caso das campanhas temáticas dos hipermercados, como o Feira Nova, que visam promover apenas determinados produtos. 

De adesão incondicional. São utilizadas em mercados maduros. Não necessitam de grande originalidade e a maioria das marcas comunicam com o líder. 
É o caso das campanhas dos champôs, onde a generalidade das marcas baseia a sua comunicação nas vantagens do produto, que deixa os cabelos macios e fortes, recorrendo a figuras públicas. 

De canibalização. Usadas por empresas que estão sempre a inovar, para melhor se adaptarem às necessidades dos consumidores. Foi o que aconteceu com o Skip Tablets + Gel + Lixívia, um produto inovador que vem canibalizar outros produtos Skip.
Estratégias de desenvolvimento

Além de conquistar quota à concorrência as empresas também podem aumentar as suas vendas provocando o crescimento da procura global, criando novos consumidores (estratégias extensivas) ou incitando os clientes actuais a comprar mais (estratégias intensivas).



Estratégias extensivas. Podem ser utilizadas em novos mercados. Quem investe mais em comunicação pode conseguir excelentes taxas de crescimento e uma forte notoriedade desde o início, que constituirá um bom trunfo para quando o mercado estiver em fase de maturidade. A TV Cabo NET tem apostado fortemente na comunicação, o que foi determinante para o seu êxito. Estas estratégias são também usadas nos chamados «mercados bloqueados», aqueles em que a procura não aumenta de forma natural. É o caso das Páginas Amarelas, que apostam na evolução do produto e na forma como o cliente pode acedê-lo.

Estratégias intensivas. Os seus objectivos são aumentar a procura dos actuais clientes de várias formas. Propondo novas utilizações do produto. É o caso da Telecel, que tem lançado vários serviços para incrementar as vendas. Aumentando as quantidades consumidas em cada utilização. Foi o que levou o Jardim Zoológico de Lisboa a criar um bilhete único. Fomentando a frequência de renovação do produto. A Swatch pretende que o relógio seja um acessório de moda e não apenas um objecto para ver as horas. E esbatendo o consumo sazonal, apelando à utilização mais frequente do produto.
Estratégias de fidelização

Conquistar novos consumidores é importante, mas a sua fidelização é primordial. Ela depende da satisfação do consumidor no que respeita à performance do produto e à qualidade do serviço. Logo, a publicidade não pode, por si só, ser o factor essencial da fidelização. Nestas estratégias, a publicidade pode ter como principais objectivos reforçar a imagem e notoriedade da marca e impedir o seu envelhecimento. É o que faz uma marca centenária como a Martini.

Publicidade institucional

Mas não basta dar a conhecer os seus produtos. Empresas como o Itaú e o Bradesco têm vindo a tomar consciência de que é necessário desenvolver uma imagem institucional tanto para os públicos internos como externos. Esta tomada de consciência foi favorecida pelo desenvolvimento dos movimentos ecológicos e de defesa do consumidor que destacaram a noção de responsabilidade social das empresas dos anos 70 para cá.


Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

CIBERCULTURA E AS NOVAS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS

Da Revolução Industrial para a Revolução da Tecnologia muita coisa mudou na vida das pessoas e das empresas de modo geral. A introdução de novas tecnologias de comunicação proporcionou uma mudança significativa nas áreas econômica, política, cultural e social e a cada dia continua sofrendo fortes transformações devido o surgimento de novas formas de se comunicar e de se relacionar com os públicos estratégicos das empresas.

Vivemos a era da cibercultura, na era das tecnologias digitais que nos acompanha em cada minuto de nossas vidas: celulares com tecnologia 3G, jornalismo on line, tv´s digital, skype, MSN, Google Maps, blogs, Orkut, Flickr, Wikipédia, cursos on line, listas telefônicas on line, dentre outros. No mundo dos negócios somos cercados e utilizamos todos os dias, ou na maioria dos dias da semana, ferramentas e/ou serviços disponibilizados na rede.

A grande mudança está na maneira como as empresas estão se relacionando com os seus públicos estratégicos. Com o grande acesso a informações, as pessoas podem descobrir “tudo” sobre as empresas e até questioná-las sobre as suas ações. É comum hoje acharmos no Orkut, por exemplo, comunidades sobre empresas e/ou produtos; vídeos no YouTube com propagandas voltadas para o público que acessa este serviço; ou blogs de empresários e funcionários. Este último vem, cada vez mais, tornando-se uma ferramenta barata e eficaz de colaboração entre empresa e seus stakeholders.

Mas qual o impacto das novas tecnologias de comunicação nas empresas? Os profissionais da área estão acompanhando as tendências de colaboração em massa?

O impacto está nas relações da empresa com seus públicos e no poder que as novas tecnologias de comunicação proporcionam ao consumidor/ cidadão/ funcionário. Estes também detêm hoje o poder de comunicar, de criar, de opinar e de disseminar informações sobre empresas e/ou produtos que podem gerar conseqüências irreversíveis, caso a empresa não consiga monitorar em tempo hábil as informações sobre ela, ou lucrar se manter um relacionamento aberto e transparente.
Com o surgimento destas novas tecnologias, os profissionais da área se vêem cercados por ferramentas eficazes de comunicação, mas que devem ser analisadas e aplicadas de acordo com o público que eles pretendem manter e atingir. As novas tecnologias de comunicação não substituirão o velho e bom quadro de aviso em uma fábrica, onde a maioria dos funcionários não tem acesso a um computador ou a um terminal ligado a Internet, mas uma mensagem no celular sobre assuntos da empresa pode ser até mais eficiente. Afinal, quem não tem um celular hoje?

Entretanto, até que ponto as novas tecnologias de comunicação atendem as demandas dos públicos das empresas? Os profissionais de comunicação já utilizam de forma coerente os meios digitais?

A bem da verdade, existem empresas que investem nestas novas tecnologias mais ainda como modismo do que como forma de adequar suas estratégias aos interesses de comunicação dos públicos estratégicos. Cabe aos profissionais da área conhecer e explorar estas novas ferramentas de acordo com o negócio da empresa. De nada adiantará um blog sobre a empresa que tenha como objetivo coletar informações dos funcionários se estes não conhecem a ferramenta ou não tem como acessá-la. Além disso, se ela não possuir uma cultura de comunicação que permita o funcionário expressar sua opinião por qualquer outro meio de comunicação, ele poderá procurar outros meios para se comunicar e se relacionar com pessoas que compartilham das mesmas opiniões.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

quinta-feira, 19 de maio de 2011

COMO COMUNICAR ?



Para você que esta começando sua tragetória profissional agora, está acostumado com a linguagem informal do dia-a-dia na escola, vou aqui citar algumas palavras prroibidas na área profissional, sei que você já sabe se comunicar, o título da postagem como comunicar para ser completo seria, como comunicar com eficiência no trabalho, principalmente na comunicação com seu cliente.


COMUNICANDO-NOS

Comum = Comunicação
Quando duas pessoas têm os mesmos interesses, há um ponto comum. A mensagem flui entre ambas, pois os interesses são comuns.

Interecsses - Mensagem - Interesses
Quando duas pessoas têm a mesma idade ou se indentificam, a mensagem passa com maior facilidade de um a outro. Há Comunicação. Ser como um é ter afinidade, ter empatia, sentir junto, é ser como um todo.

Como um = comum

A comunicação humana só existe realmente, quando estabelece entre duas ou mais pessoas um contato psicológico. Não é suficiênte que as pessoas com desejo de comunicação se falem, se escutem, ou mesmo, se compreendam... É preciso mais. A comunicação humana só existe entre duas pessoas quando elas conseguem se encontrar ou reencontrar.



PALAVRAS, FRASES, QUE DEVEM SER EVITADAS
  • Tá
  • Né
  • Péra aí
  • Hâ
  • Hummmm
  • Vem Cá
  • Olha Aqui
  • Entende
  • Tendeu!
  • Tchau

 SÓ COM MUITA INTIMIDADE
  • Bem
  • Querido
  • Fôfa
  • Fôfo
  • Amor
  • Você
  • Chuchu
  • Filha
  • Nega
  • Nego
  • Meu Anjo
  • Flôr...


FRASES PROIBIDAS
  • Não sei não
  • Não posso fazer isso
  • Você terá que...
  • Só um segundo
  • Talvez
  • Não sei direito
  • Seria interessante
  • Pode ser que sim...Pode ser que não


DICAS
  • Procure entender o que esta sendo dito, colocando-se do ponto de vista de quem fala.
  • Mantenha a mente aberta, procure os aspectos positivos naquilo que você não concorda.
  • Procure nas entrelinhas as idéias que não tenham sido trazidas em palavras.
  • Espere o outro terminar de falar, antes de dar a sua opinião.
  • Não rebata os argumentos de imediato.
  • Ouça com atenção e reflita sobre cada coisa dita.
  • Mantenha contato visual (Olho no Olho) com quem fala, mas não fique estático.
  • Não se deixe bloquear por sentimentos, emoções ou reservas.


Espero ter colaborado passando um pouco da minha experiência e ajudado de alguma forma na sua comunicação, boa sorte e até a próxima!!


Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

terça-feira, 17 de maio de 2011

45 DICAS PARA CRIAR UMA ÓTIMA LOGOMARCA

1. Não use mais de 3 cores.
2. Se livre de tudo além do necessário.
3. A tipografia deve ser fácil o suficiente para que sua avó consiga ler.
4. A logo deve ser reconhecível.
5. Crie um layout ou forma única para sua logo.
6. Ignore o que sua esposa ou os seus familiares pensam sobre o design.
7. Confirme que a logo ""chama a atenção" de mais de 3 pessoas.
8. Não combine elementos de outras logos populares e chame o seu trabalho de original.
9. Não use cliparts sob sircunstância alguma.
10. A logo deve ficar boa em preto e branco.
11. A logo deve ser reconhecível quando invertida.
12. A logo deve ser reconhecível quando redimencionada.
13. Se a logo conter um ícone ou um símbolo, juntamente de um texto, coloque cada um de forma que eles complemente um ao outro.
14. Evite seguir "a ultima tendencia em logo design". Faça a sua durar gerações.
15. Não use efeitos espéciais, como por exemplo: gradiente, sombras, reflexos, etc.
16. Encaixe a logo em um layout quadrado, se possível, evite layouts obscuros.
17. Evite detalhes intricados.
18. Considere os diferentes tipos de uso a logo terá.
19. Evoque sentimentos de forte e confiante, nunca de fraco e sem graça.
20. Entenda que você não criará uma logo perfeita.
21. Use linhas retas ou curvilíneas de acordo com o tipo de negócio do seu cliente.
22. A logo deve ter alguma ligação com o queesta representando.
23. U,a foto não faz uma logo.
24. Você deve surpreender seus clientes com uma apresentação.
25. Não use mais de duas fontes.
26. Cada elemento da logo deve estar alinhado, não importando em qual direção.
27. A logo deve parecer sólida, sem elementos "sobrando".
28. Pense em quem irá ver a logo antes de pensar em idéias para ela.
29. Sempre priorize a funcionalidade à inovação.
30. Se o nome da marca tem pregnância, o nome da marca deve ser a logo.
31. A logo deve ser reconhecível quando for vista através de um espelho.
32. Mesmo grandes empresas precisam de logos pequenas.
33. Todos devem gostar do design da logo, não apenas quem for da mesma esfera de negócio dela.
34. Crie variações. Quanto mais variações maior a chace que você terá para que ela  fique legal.
35. A logo deve ser consistente mesmo em diferentes plataformas.
36. A logo deve ser fácil de ser descrita.
37. Não use chamadas na logo.
38. Use um lápis e um papel para esboçar suas idéias.
39. Mantenha o design simples.
40. Não use simbolos que já foram utilizados milhares de vezes antes.
41. A logo não deve chamar a atenção.
42. Deve ser honesta na sua apresentação.
43. A logo deve possuir um equilíbrio visual.
44. Evite cores muito claras, escuras ou neutras.
45. A logo não deve quebrar nenhuma das regras acima.

A MODA AGORA É “COMUNICAÇÃO”

Todos agora querem ter, pois foi descoberto que cliente também se conquista com funcionário satisfeito, bem informado, ingajado e, sobre tudo orgulhoso de pertencer à empresa. Isto significa fortalecer positivamente a imagem da empresa para este público. Ser percebida pela opinião pública como uma empresa ética, responsável socialmente, que valoriza a diversidade e também reconhece os seus funcionários, considerado o seu maior patrimônio.

A empresa precisa construir uma identidade corporativa sólida, real. O que ela diz por meio de comunicação, o que realmente faz e finalmente como é percebida pelos seus públicos. Fazer comunicação exige conhecimento, planejamento, execução e finalmente, mensuração dos resultados, caso contrario não se alcança o objetivo proposto. É muito mais complexa do que se apresenta, pois é necessário conhecer profundamente o elemento humano, e consequentemente qual a melhor forma de atingi-lo. Reflexão, estudo de caso, velocidade, trabalho em grupo, assertividade, crítica, entre outros são fundamentais, pois em comunicação o tiro tem que ser certeiro: dificilmente haverá uma segunda chance.

Não há lugar para amadores, curiosos ou interessados. Trata-se de uma função estratégica, com um valor no contexto econômico, social e político das empresas. E o prfissional de comunicação tem este papel: o de estratégista, alguém com uma visão ampla do negócio, do ambiente e dos cenários. Mas este conceito deve primeiramente ser assimilado pelo corpo diretivo e os profissionais envolvidos na sua implementação e execução. Cabe a eles a percepção deste conceito de comunicação estratégica de praticar o empowerment. O risco caso não seja internalizado e praticado este modelo é o de ruir por terra os programas, campanhas e ações desenvolvidos, numa atuação parcial e paliativa. Isto resulta em perda de credibilidade, elemento de sustentação da imagem empresarial, abalando a geração de vantagem competitiva.

A saída é investir numa comunicação integrada, na qual atuem conjuntamente a comunicação institucional, mercadológica e interna, de forma sinérgica global. Dessa forma é possivel obter maior coerência entre os programas, ações e linguagem utilizada, os objetivos esecíficos, com tudo sem deixar de estar alinhada ao foco central,ao objetivo comum. A "aldeia global" preconizada por Mcluhan é uma realidade, pois a comunicação é uma nova forma de riqueza, por tanto é necessário saber como fazer bom uso dela, no lugar certo, na hora certa, pela pessoa certa.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação

A IMPORTÂNCIA DO LOGOS EM BRANDING

Uma logo simboliza o seu negócio e cria uma imagem de sua empresa aos olhos de seus clientes. Um logotipo é um dos vários elementos importantes da imagem corporativa. Infelismente sua importancia é muitas vezes transparente para muitos. Ou a empresa nem se quer tem um ou não é bom suficiente.

O design do logotipo é do processo de criação. Seu logo tem que ir junto com a marca, com a capacidade de oferecer valores positivos para seus clientes. Seu logotipo também deve ser única e significativa para que você vai brilhar o seu mercado. O projeto adequado logo cria efeito semelhante ao branding adequada, é essencial ter uma marca para fins e dar ao seu negócio uma identidade.

Você já pensou em pegar um dos "gratuítos"logos que você pode encontrar na internet? Não vá por esse caminho! Você precisa ser sério com o seu logotipo. Por ter um design profissional para você em primeiro lugar vai economizar um monte problemas a longo prazo.

Algumas pessoas pode opor-se à importanciado logotipo de marca. Isso é porque você não  tem que necessariamente ter um logotipo para estabelecer sua marca. No entanto, você ficara muito profissional e original. Um logotipo irá ajuda-lo significadamente na construção sua imagem e identificar, juntamente com a sua marca. Isso é que é importante sobre ter um logo tipo. Afinal os seres humanos são espécies visual!

Um logotipo é bem sucedido quando permite o reconhecimento imediato da empresa e representa a empresa "carater ou a atitude. Um logotipo bem sucedido é um marcador garantido.

Paulo S. C.Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação
Diretor



E-COMMERCE INVESTE EM NOVAS COMUNICAÇÕES COM O CLIENTE


Avanço das lojas virtuais cria novas formas de relacionamento entre empresas e consumidores, entre elas o SMS1 Corporativo.

A aquisição de produtos por meio de lojas virtuais deixou de ser um privilégio de poucos para tornar-se acessível a uma grande parcela da população brasileira. As vendas pela web parecem ter acompanhado a onda de otimismo da economia do país, fazendo aumentar a oferta de produtos e a demanda de consumidores por artigos comercializados pela Internet. Para 2010, a e-bit projeta um faturamento de R$ 10,6 bilhões em vendas pela web.

A cada dia, novas redes varejistas ingressam no segmento do comércio eletrônico com a proposta de oferecer uma alternativa à compra em lojas físicas. Essa nova realidade, impulsionada especialmente pela ascensão das classes C e D à Internet e ao aumento do poder de compra do brasileiro acelerou esse processo.

Se a cada dia a tecnologia está presente nas transações comerciais, como uma empresa pode se relacionar com seus clientes através de “cliques”? Faz-se necessário trabalhar esse relacionamento por outros canais que permitam uma comunicação eficaz com o consumidor. As mídias sociais são um exemplo disso.

E quando se fala no segmento que mudou o padrão de consumo, onde é possível comprar produtos com apenas um clique, o relacionamento estabelecido com esse consumidor ganha ainda mais peso. O e-Commerce deve trazer a idéia de que o produto pode não estar na mesma cidade ou no mesmo país, mas o cliente precisa se sentir próximo do processo.

Diante desse quadro, é preciso deixar transparente cada etapa da compra, transmitir segurança e confiança de que o pedido foi realizado, o pagamento efetuado e a entrega programada. Estreitar esta relação é a chave para que o cliente possa sentir-se seguro em realizar este tipo de transação e aos poucos adquira a cultura da compra na Internet que vem se consolidando no país.

Diversas formas de contato devem ser estabelecidas e o SMS1 Corporativo está entre as ferramentas que melhor complementam esse processo, de maneira automatizada e instantânea. Pode ser utilizada pelas empresas que investem no e-commerce como forma de informar seus clientes sobre status do pedido, confirmação de pagamento, aviso de entrega do produto, além de dar mais credibilidade ao serviço, já que o cliente é comunicado de forma rápida e instantânea sobre todas as etapas do processo de compra até a entrega do produto. É uma funcionalidade universal de todos os aparelhos celulares logo tem altíssima penetração em todas as classes, além de estabelecer uma comunicação direta e altamente pessoal. 

Relacionar-se de maneira rápida e eficiente pode ser um diferencial importante para aqueles empreendimentos que buscam destacar-se não apenas pela qualidade do produto, mas pela satisfação do cliente a partir do vínculo estabelecido.

PAULO S. C. ÁVILA – CEO na Mais Comunicação
Especialista em Marketing e Comunicação