segunda-feira, 7 de março de 2016

A importância de uma identidade visual (bem planejada).

Julga-se essencial em uma empresa seu nome, marca e imagem passadas para o púbico. O sucesso de uma organização esta diretamente ligado a forma como suas ideias e conceitos são transmitidos aos clientes. Esta comunicação deve ser explorada principalmente na identidade visual e o empreendedor deve compreender a importância destas para o êxito do empreendimento.
A representação da marca através de um símbolo
A identidade reproduz a realidade, ou seja, mostra quem é a empresa e como ela atua; a imagem, por sua vez, realça como a empresa é percebida no mercado. O manual da identidade visual informa aos clientes, fornecedores e parceiros como a marca deve ser aplicada em peças de comunicação, criando uma agradável marca corporativa, mencionando a imagem que a organização deseja transmitir. 
Sendo assim, lidar com comunicação visual deve ser bastante expressivo, pois exerce um impacto repentino por trabalhar diretamente com o ponto de vista do ser humano. É a primeira impressão passada para seu público e influencia na opinião que o mesmo formará a respeito da empresa.  Portanto, se o visual da organização estiver mal formulado, certamente não transmitirá a credibilidade necessária para conquistar o mercado. 
Os componentes da identidade visual podem ser classificados como:
Primários: fundamentais para que o processo funcione, sendo eles o símbolo (sinal que substitui o registro de nome da empresa), e/ou logotipo (forma privada e diferenciada com a qual o nome da instituição é registrado nas aplicações) e a marca (conjunto formado pelo símbolo e logotipo). 
Elementos primários de um logotipo
Secundários: são as cores e o alfabeto que predominam nas peças de comunicação da empresa. Esses componentes são pouco explorados, mas requerem atenção tanto na hora da escolha, quanto no momento em que forem utilizados no projeto, pois colaboram para o procedimento de avaliação e fixação da marca no intelecto dos consumidores. 
Elementos secundários de um logotipo
Terciários: envolve os acessórios e elementos complementares, como por exemplo, grafismos e mascotes. 
Elementos terciários de um logotipo
Auricélia Sousa
Diretora de Arte - Mais Comunicação
Especialista em Design Institucional
Diante de todos os aspectos vistos, compreende-se que a marca é o elemento principal para diferir e classificar empresas, funcionando como uma maneira de o consumidor identificá-la e ainda reúne valores emocionais e psicológicos que acabam influenciando o cliente a optar pela marca por conta desta identificação. Sabemos que isso não é um fator isolado, obviamente o consumidor pesquisará a qualidade do produto, o preço, a distribuição e sofrerá influencia de suas estratégias de marketing. 
Assim, a identidade visual deve ser normatizada, pois não tendo um padrão, a empresa passará ao público, tanto interno como externo, um conceito de desorganização e ineficiência. Ou seja, ter um material institucional bem estruturado reflete um grande benefício: aumento de credibilidade. 

Falta de gestão profissional ameaça pequenas empresas, dizem especialistas. 

Paulo Ávila
CEO - Mais Comunicação


Abrir o próprio negócio parece ser a solução perfeita para quem quer fugir do patrão e, ao mesmo tempo, ajudar a economia por meio da criação de empregos e do aumento da produção. Esse passo, no entanto, requer planejamento e cuidado para não terminar em dor de cabeça. A falta de gestão profissional, dizem especialistas, põe em risco a sobrevivência das micro e pequenas empresas.






De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a taxa de mortalidade das empresas com mais de dois anos de funcionamento corresponde a 24,6%. Na prática, uma em cada quatro empresas fecha até dois anos após a criação. Grande parte desse índice pode ser atribuída à má administração.

O principal problema diz respeito à mistura entre o patrimônio pessoal dos donos e o dinheiro das empresas. A falta de um sistema claro de contabilidade compromete a manutenção e a capacidade de investimento das empresas. A dificuldade, dizem os especialistas, não se restringe aos negócios familiares e acomete grande parte das empresas.

“Sem uma separação definida entre o patrimônio pessoal e da empresa, os donos ou os sócios fazem retiradas sem o devido cuidado e põem em risco a contabilidade do negócio”, adverte o consultor Paulo Ávila. Para ele, os proprietários precisam saber quanto a empresa rende, para somente então definirem o valor das retiradas. “O empresário não pode simplesmente retirar o valor que quiser porque a renda dele é determinada pelo lucro do negócio”, acrescenta.

A falta de profissionalização na administração das empresas também pode causar problemas com o Fisco. “Por falta de conhecimento, as retiradas para proveito próprio do dono são registradas como despesas relacionadas à atividade da empresa, que reduzem o lucro e diminuem o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido”, explica o advogado tributarista Edemir Marques de Oliveira.

Se a Receita constatar que as despesas foram registradas de forma errada e diminuíram o lucro artificialmente, ela pode auditar a empresa. “No fim, o empresário vai pagar ainda mais impostos e ter dor de cabeça mesmo que não tenha tido a intenção de burlar o Fisco”, diz o advogado.

Pela legislação, as empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano pagam os tributos federais, estaduais e municipais por meio do Simples Nacional. Segundo Lopes, o regime simplificado de tributação, ao mesmo tempo em que facilitou a vida das empresas, desestimulou os pequenos negócios a buscar uma gestão profissional. “No Simples Nacional, basta um livro-caixa para pagar os impostos, mas isso não significa que as empresas devam ser descuidadas com a administração e a contabilidade”, diz.

A falta de planejamento compromete o crescimento das empresas no médio e no longo prazo, principalmente quando as empresas faturam mais e saem do Simples Nacional. "Uma gestão descuidada compromete não só o pagamento de impostos como atrapalham a obtenção de crédito para a empresa porque ela não consegue justificar a contabilidade aos bancos”, alerta Lopes, que presta orientação a empresas que querem profissionalizar a administração.

Para Oliveira, o custo de as micro e pequenas empresas recorrerem a uma consultoria para profissionalizar a gestão compensa os resultados. Caso o custo seja alto, o advogado aconselha os empresários a procurar as associações comerciais e as unidades do Sebrae para receberem orientações sobre a administração dos negócios. “Essas entidades ajudam o empresário a correr atrás de uma gestão um pouco mais profissional”, comenta.

domingo, 6 de março de 2016

Não deixe o vírus da crise se instalar na sua cabeça.

Há muito anos uma grande amiga falou um frase que nunca saiu da minha cabeça: "Antes de tirar uma pessoas do mato, tire o mato da cabeça dela." Esta semana, vendo as manchetes dos jornais, vendo os comentários de amigos, os post aqui no face, pensei..."meu Deus, a crise está entrando na cabeça das pessoas".
Os riscos da instalação do vírus da crise na sua cabeça são enormes. Você pode deixar de acreditar. Você deixar de levar suas ideias adiante. Você pode adiar seu sonho, sua realização para ouro momento. Você pode perder o pique e ficar abatido. 
Não deixar o virtus da crise se instalar na sua cabeça, não é fazer de conta que as coisas não estão acontecendo. É agir para não se deixar ser contagiado por ela. É não deixar de levar suas ideias adiante. É não parar de fazer aquilo que você acredita. É não adiar seu sonho para outro momento.
E o que fazer?
1) Evite pessoas que já estão contaminadas. Imagine a crise se fosse uma gripe. Você iria para um lugar cheia de pessoas gripadas? Estas pessoas vão querer paralisar você.
2) Não alimente. Não alimente o cachorro mau. Quando colocamos atenção em qualquer coisa ela tende a se expandir. Ficar compartilhando coisas sobre a crise piora mais ainda.
3) Pense na crise como uma oportunidade de você fazer algo novo. É uma oportunidade de sair da zona de conforto. Tirar a bunda da cadeira. Tocar a velha ideia guardada há anos. 
4) Reinvente-se. Crie um produto novo. Crie um processo mais fácil, mais barato de fazer uma determinada coisa. Transforme o que você faz em algo muito mais interessante e relevante para as pessoas.
5) Busque oportunidades. Talvez seja a hora de vender mais bicicletas para evitar o carro, gastar menos dinheiro com gasolina. Criar janelas inteligentes, que deixe menos calor entrar na casa, precisando de menos ar condicionado e gastando menos na conta de energia. Vender pratos de comida alternativa. Usando ingrediente menos afetados pela alta dos preços.
É fundamental não deixar ser levado pelo pensamento comum. Pelas conversas que não levam a nada. Pelos comentários que afetem o seu astral. Não deixe ser contaminado pelo vírus da crise. É muito mais difícil ser descontaminado depois. Mesmo quando a crise passar, a pessoas que se deixou contamina vai ficar com sequelas. O pior, vai perder um tempo que poderia estar fazendo algo interessante.
Lembre-se: você é responsável pela sua energia, sua motivação, sua capacidade de saber aproveitar cada momento de sua vida, e não o governo, a mídia, ou qualquer pessoa. Assuma a sua responsabilidade de criar a vida que você quer.
Comece!
Paulo Ávila
CEO - Mais Comunicação
Um grande abraço, de quem quase foi contaminado pelo vírus da crise, mas já estou reagindo, e você?
Comente o que você você achou deste post. O que você já está fazendo para não deixar ser contaminado. Vamos superar a crise. 

5 passos para superar a crise e crescer em 2016 !

Francisco Freiras Cordeiro
presidente - FCDL - CE
O desaquecimento da economia desperta um alerta para a necessidade de cortar custos. Muitas empresas, contudo, encontram dificuldade em determinar as prioridades neste processo. De acordo com o consultor de negócios Paulo Ávila, CEO - Mais Comunicação, o empresário brasileiro não tem o hábito de pedir ajuda a especialistas em momentos  de crise. “As empresas se transformam em verdadeiros laboratórios em que as experiências  realizadas podem dar certo ou não”, afirma. Por isso, ele reforça a necessidade de uma assessoria especializada, que auxilia na tomada de algumas medidas que vão ajudar as empresas a superarem os obstáculos. Confira cinco passos destacados pelo consultor: Reafirma o empresário da FZ Imóvóeis, o Sr. Francisco Freitas Cordeiro.

Paulo Ávila - CEO - Mais Comunicação
1 – Cortar gastos – “Para cortar despesas, cada linha de fluxo de caixa deve ser revisada. De preferência, dos maiores números para os que resultam em dividendos menores. O objetivo é encontrar alguma economia significativa que seja convertida em um aumento de capital para investimentos e transformação estratégica. O objetivo não é apenas reduzir o custo, mas sim utilizar estas mudanças para se posicionar melhor do que a concorrência.”
2 – Manter a competitividade – “Mais do que tomar medidas para reequilibrar as contas, as empresas brasileiras não podem deixar de lado os investimentos em inovação tecnológica para se tornarem mais competitivas. A questão no momento não é somente a falta de recursos, o problema está no retorno sobre estas aplicações. O simples corte de gastos não atrai mais investimentos. Empresas que não investem em inovação ficam defasadas em relação aos concorrentes.”
3 – Se preparar para imprevistos – “Existem forças contrárias na economia: ‘por um lado, o Real fraco facilita a exportação. Por outro lado, a pressão inflacionária faz com que o Banco Central aumente os juros para contê-la. Essa atitude traz investimento interno valorizando o Real frente ao Dólar. Quem irá vencer? Só os dias dirão. A certeza é que estamos vivendo uma época de alta oscilação que é traduzida pelo empresário como alto risco, o  que inibe o investimento’.”
4 – Definir as prioridades – “Se pensarmos no Governo, por exemplo, a prioridade de mudanças é o setor de telecomunicação. Mais concorrência poderia abaixar os preços e permitir acesso em áreas mais remotas do Brasil. A otimização de processos interligados não é possível pois o acesso a dados é limitado em várias partes do Brasil. A qualidade é imprevisível e os preços são exorbitantes. Já para o empresário, a prioridade está em procurar melhorares condições para que futuros investimentos aconteçam.”
5 – Procurar por parcerias – “A parceria público-privada (PPP), por exemplo, é um avanço importante para o Brasil. Ela permite um balanço entre a política pública e a eficiência e inovação privada. Mas é preciso também ficar atento porque a lei, em sua forma atual, é mais vantajosa para empresas grandes. Se o Brasil quer inovar e avançar, ele não pode ficar limitado a um grupo específico de empresas. Deve-se incentivar empresas médias a participar das parcerias, balanceando o nível de participação com as empresas de maior porte.”

sábado, 5 de março de 2016

Como vender em tempos de crise: 5 cases de sucesso

04[1]
Em tempos de crise muitas vezes é preciso repensar as estratégias. Veja a seguir alguns casos que revelam isso na prática e que servem de inspiração para você que ainda está com medo da crise e não começou a se mexer.


Mudança de foco
No segmento de agências de turismo, já ficou evidente que as viagens de negócios sofrerão impacto este ano no Brasil. Para não ter seus negócios prejudicados, a Águia e Flytour, empresas especializadas na prestação de serviços a empresas, criaram unidades para vender entretenimento.
Diversificando a atuação
Já a CVC, maior operadora de turismo da América Latina, criou uma unidade para vender viagem de intercâmbio, segmento que movimenta R$ 1,2 bilhão por ano (bem menor que o de lazer, que gira R$ 33 bilhões anualmente, mas ainda assim muito importante), diversificando (e ampliando) sua atuação.
Ampliação da participação no mercado
Um bom exemplo do varejo vem da Riachuelo. Com faturamento de cerca de R$ 7 bilhões por ano, a rede decidiu manter os planos de abrir mais 40 lojas neste ano – mesmo com a crise. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, justificou a estratégia dizendo: “Não olho para o pé, mas para o horizonte”. Assim, a empresa deve encerrar 2015 com pouco mais de 300 pontos de venda.
Aumento do número de pontos de venda
Essa também é a estratégia adotada pela Magazine Luiza este ano. Na tentativa de ampliar a base de lojas e diluir os custos fixos mais rapidamente, a varejista deve abrir de 40 a 50 lojas em 2015 – além de reformar de 20 a 30 unidades.
Lançamento de novos produtos
A Fiat, que está tendo um primeiro semestre bem ruim no Brasil (registra queda de 8,5% até o momento), tem uma estratégia similar para voltar a crescer daqui em diante: o lançamento de novos produtos. Segundo o presidente da marca para a América Latina, Cledorvino Belini, a estimativa é que ao fim do ano o resultado seja igual ao de 2014. O que, segundo ele, já seria um grande resultado se analisarmos o atual cenário do mercado de automóveis.

Mudança de foco
No segmento de agências de turismo, já ficou evidente que as viagens de negócios sofrerão impacto este ano no Brasil. Para não ter seus negócios prejudicados, a Águia e Flytour, empresas especializadas na prestação de serviços a empresas, criaram unidades para vender entretenimento.
Diversificando a atuação
Já a CVC, maior operadora de turismo da América Latina, criou uma unidade para vender viagem de intercâmbio, segmento que movimenta R$ 1,2 bilhão por ano (bem menor que o de lazer, que gira R$ 33 bilhões anualmente, mas ainda assim muito importante), diversificando (e ampliando) sua atuação.
Ampliação da participação no mercado
Um bom exemplo do varejo vem da Riachuelo. Com faturamento de cerca de R$ 7 bilhões por ano, a rede decidiu manter os planos de abrir mais 40 lojas neste ano – mesmo com a crise. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, justificou a estratégia dizendo: “Não olho para o pé, mas para o horizonte”. Assim, a empresa deve encerrar 2015 com pouco mais de 300 pontos de venda.
Aumento do número de pontos de venda
Essa também é a estratégia adotada pela Magazine Luiza este ano. Na tentativa de ampliar a base de lojas e diluir os custos fixos mais rapidamente, a varejista deve abrir de 40 a 50 lojas em 2015 – além de reformar de 20 a 30 unidades.
Lançamento de novos produtos
A Fiat, que está tendo um primeiro semestre bem ruim no Brasil (registra queda de 8,5% até o momento), tem uma estratégia similar para voltar a crescer daqui em diante: o lançamento de novos produtos. Segundo o presidente da marca para a América Latina, Cledorvino Belini, a estimativa é que ao fim do ano o resultado seja igual ao de 2014. O que, segundo ele, já seria um grande resultado se analisarmos o atual cenário do mercado de automóveis. 





Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

sexta-feira, 4 de março de 2016

4 dicas infalíveis para aumentar as vendas da sua empresa

Quer aumentar as vendas na sua empresa? Conheça 4 dicas que podem transformar você em um grande vendedor! 








 Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

Vender é uma arte milenar. Muito antes de surgir o sistema de compras e vendas que conhecemos hoje, a humanidade já vendia. Nossos ancestrais trocavam entre si mercadorias e, desde aquela época, só os melhores negociadores eram escolhidos por seus líderes para ir a campo.
Hoje não é diferente e quando se fala em bons vendedores, o funil fica ainda mais apertado. Então, para ajudar a despertar o vendedor que existe aí dentro, preparamos uma série de dicas para aumentar as vendas da sua empresa.
Ao final, você ainda poderá baixar um ebook gratuito com o Guia definitivo para captação de clientes nas pequenas e médias empresas. Vamos lá?
dicas aumentar vendas wide 4 dicas infalíveis para aumentar as vendas da sua empresa

O primeiro passo é conhecer as quatro etapas de uma venda:
1 – Prospecção: no início, você precisa identificar clientes em potencial e saber quem são seus concorrentes.

2 – Abordagem: é o momento de fazer contato, se apresentar, ganhar confiança e falar do seu produto.

3 – Negociação: hora de falar sobre preços, prazos e datas de entrega.

4 – Fechamento: por último, o momento decisivo de assinar o contrato.
Agora sim, vamos para as quatro dicas infalíveis de como ser um bom vendedor:

1. Saiba qual é o seu objetivo

Sabendo qual é sua meta e para quem quer vender, você vai saber qual a melhor forma de abordar e apresentar seu produto ou serviço. Não adianta atirar para todos os lados: para vender é preciso planejar e ter metas bem definidas.

2. Acredite no seu produto

A primeira pessoa a comprar seu produto deve ser você mesmo. Se nem mesmo o próprio vendedor acreditar na solução que o produto tem para oferecer, com certeza será muito difícil fazer com que alguém acredite nele.

3. Conheça seus clientes

Se você tiver tempo para investigar como são as pessoas para quem você quer vender, ponto para você. Mas isso nem sempre é possível, principalmente no primeiro contato. Portanto, apure seu poder de sondagem! Procure fazer as perguntas certas, que levem você a identificar as necessidades do cliente, para poder assim mostrar todo o potencial do seu produto.

4. Seja entusiasmado, paciente e persistente

O cliente só vai dar o “sim” que você espera se você conseguir encantá-lo. Não se esqueça: você não é o único que está vendendo. Pense sempre que seu cliente já foi abordado por outros vendedores, então se você conseguir despertar entusiasmo dele, é com você que ele vai comprar.
O ciclo de venda pode ser longo, dependendo do público-alvo e das características do produto ou serviço que você oferece. O importante é não tentar pular nenhuma das fases, você precisa se manter no domínio da venda. Acredite que você não está oferecendo apenas um produto, mas sim um benefício, uma solução para a vida de quem compra.
Também esteja preparado para não vender – mas sem deixar que as portas se fechem, se coloque sempre à disposição para retomar a conversa – e esteja pronto para começar tudo de novo. Um bom vendedor é, acima de tudo, alguém que gosta de criar e manter bons relacionamentos.

terça-feira, 1 de março de 2016

VENDAS - SUCESSO OU SORTE? 
POR QUE OS VENDEDORES VENCEDORES SÃO DIFERENCIADOS? O QUE ELES FAZEM DE EXTRAORDINÁRIO? SERÁ QUE SÃO DOTADOS DE TANTA SORTE COMO PREGAM OS VENDEDORES COMUNS?
Os vendedores vencedores não são campeões de vendas por acaso. Nem porque nasceram predestinados ao sucesso ou com sorte, mas porque desenvolveram características que os diferenciam dos vendedores normais. Mas, pensando bem, são até dotados de sorte, pois estão sempre preparados para aproveitar as oportunidades que os profissionais de vendas comuns desperdiçam.
A CHAVE DO SUCESSO DOS VENDEDORES VENCEDORES ESTÁ NO SEGUIMENTO DO PENSAMENTO DE EMERSON: SOMENTE VENCEM AQUELES QUE ACREDITAM QUE PODEM VENCER. É EXATAMENTE AÍ ONDE ELES DÃO O PRIMEIRO E GRANDE PASSO PARA O SUCESSO EM VENDAS. JÁ OS VENDEDORES COMUNS, AO CONTRÁRIO, NÃO DÃO ESSE PASSO COM TANTA FIRMEZA.
Para deixar de ser um vendedor comum e entrar para o time dos verdadeiros campeões de vendas, só há uma maneira: é desenvolver as características dos vencedores. É FÁCIL? É DIFÍCIL? Tudo depende da atitude de cada um. Mas quais são as características desses profissionais diferenciados?:
1) SÃO DOTADOS DE AUTOCONFIANÇA: Os campeões de vendas são conscientes de que a maior ameaça que enfrentam no dia-a-dia das vendas não está nos vendedores que disputam os clientes ou fatia de mercado. O grande concorrente está no espelho. Logo que acordam vencem o seu principal concorrente, pois as vendas ocorrem de acordo com os pensamentos. .
2) CONFIAM EM SUA HABILIDADE: Os vencedores investem constantemente em conhecimento e treinam bastante. Sabem que o sucesso profissional não está somente no conhecimento, mas no que se faz com o que se conhece. A profissionalização em vendas em um caminho sem volta. .
3) SÃO FLEXÍVEIS ÀS MUDANÇAS: Ao contrário do profissional comum, que são bastante resistentes, os vencedores são altamente flexíveis. São adeptos às mudanças, pois são realistas e sabem que nada é permanente, como disse Heráclito. No cotidiano das vendas as mudanças são constantes e por isso não se prendem a paradigmas. .
4) COMETEM NOVOS ERROS: Em vez da reatividade por causa de erros passados, agem sempre proativamente, mesmo cometendo novos erros. São conscientes de que os erros são os degraus para a ascensão profissional. Quem não erra é porque não arrisca, mas em compensação não vai a lugar nenhum. .
5) VÊEM SEMPRE OPORTUNIDADES: Enquanto os vendedores comuns estão focados nas ameaças, os vencedores sempre enxergam oportunidades. Sabem que as ameaças para uns são oportunidades para outros. Tiram bastante proveito disso porque seguem os princípios dos quatro A’s da oportunidade. Estão sempre Atentos, Acreditam, Aprendem e Agem em cima das oportunidades. .
6) QUEREM SER ANTES DE TER: Os vencedores são conscientes de que o TER é conseqüência do SER. Antes de quererem ter sucesso em vendas têm de ser merecedores. Portanto, investem no SER para poder TER o sucesso almejado, graças ao trabalho competente e profissional. .
7) PENSAM GRANDE: Os vencedores são dotados de ambição e por isso pensam grande. Definem objetivos e estão sempre motivados, porque sabem que são os objetivos que fazem com que as pessoas se movam. Ao contrário do vendedor comum, atingem o sucesso porque não perdem o foco, superando todas as barreiras existentes. .
8) DÃO O MELHOR DE SI: Desempenham o seu trabalho da melhor qualidade possível, não medindo esforços para executarem cada atividade como se fosse a última da vida. E isso é feito voluntariamente, razão por que são diferenciados. .
9) NÃO VIVEM NA ZONA DE CONFORTO: Sabem que o conforto, apesar de gostoso, é uma situação bastante perigosa. Sendo assim, estão sempre aumentando o nível de aprendizado para não serem pegos de surpresa. Com isso, até ampliam a zona de conforto, mas não permanecem nela por muito tempo..
10) COMEMORAM O SUCESSO: Enquanto os vendedores comuns reclamam, os vencedores estão sorrindo e comemorando. Todavia, são conscientes de que o sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã. Para eles, todo dia é um novo dia e começam da estaca zero, mas com bastante entusiasmo. 

                 












Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A importância da identidade visual no seu negócio

Com tanta informação circulando nos meios de comunicação, a identidade visual ecorporativa faz toda a diferença para a empresa, ela faz com que você se destaque em meio a tanta concorrência e agregue profissionalismo ao seu negócio. A Identidade Corporativa ou Identidade Empresarial (em inglês, Corporate Identity) pode ser definida como o conjunto de atributos que torna uma empresa especial, única. Esses atributos são classificados de essenciais e acidentais. Os primeiros são os atributos que se referem ao propósito da empresa, a missão e aos valores; os atributos acidentais contribuem para a descrição da empresa, mas não definem a sua essência.


Identidade visual é marca, é valor, personalidade, gera novos negócios para empresa.

Identidade visual corporativa
Toda empresa séria e que se preocupa com sua imagem deve ter uma identidade, que vai muito além do logotipo. A identidade visual engloba todo o visual e os conceitos por trás da metodologia de seu trabalho e é seu bem de maior importância pois, a marca, é o que a representa perante o mundo e seus clientes.
Devido à sua importância, a identidade visual deve ser bem estudada e trabalhada. Seu desenvolvimento requer um estudo completo de aplicações e formatos ideais para sua apresentação. Inclui, além do logotipo, materiais básicos de papelaria como cartão de visita, envelope, papel timbrado, website etc. Segundo o empresário e executivo de marketing/design, Paulo Ávila:

Você já imaginou o que seria de alguém que não tivesse nome, um rosto, ou até uma assinatura? Esta é uma forma simples de compreender a importância da identidade visual no seu negócio. As marcas são lembradas pelos produtos, serviços e experiências que proporcionam aos seus consumidores e clientes,contudo, de nada vale esforços e investimentos se estas não forem lembradas e identificadas. Mas será que basta ser lembrada? Naturalmente, sabemos que também não basta ser lembrada, precisa ser lembrada e identificada como um conjunto de valores que traz algum benefício para a vida das pessoas. Possuir uma boa Identidade Visual é fundamental para uma marca que procura se apresentar ao mercado de forma sólida e profissional. Um bom projeto de identidade visual visa estabelecer personalidade para uma marca além das suas mais variadas formas de aplicações como sites, documentos, materiais impressos e digitais de comunicação além de outras possibilidades, a partir das necessidades que são variáveis e particulares de cada negócio.
Por mais que não percebamos, nosso cérebro armazena muita coisa que não temos ideia, por isso a importância de ter uma identidade visual e corporativa marcante, ela faz com que o cliente lembre da sua marca por um símbolo, elemento ou até mesmo conjunto de cores. A identidade visual é toda linguagem comportamental que a empresa adota como padrão para o seu relacionamento. É na leitura visual que os consumidores reconhecem qual o universo, o ambiente, a forma, o jeito de ser daquela marca, nos permite conceituar a empresa em seu caráter seja ela uma empresa de vanguarda seja uma empresa tradicional. Permite-nos distinguir se é uma empresa moderna ou se tem elementos saudosistas; se é de tendência ou se é apenas uma revendedora de estilos.

Posicionamento de marca

A identidade visual declara diretamente com quem a empresa quer conversar. Se for uma empresa que busca trabalhar com produtos para uma classe mais elitizada, cores pasteis, fontes simples com toque de sofisticação, elementos neutros e precisos darão à comunicação empresa-cliente o toque que enche os olhos desse público. Para cada universo ou produto/serviço, uma linguagem. Para cada público, um comportamento.O importante é conhecer bem o público com quem você quer se comunicar. Observar os elementos básicos desse universo de pessoas é o segredo do reconhecimento direto público – empresa.
Uma boa comunicação visual é avaliada no primeiro olhar. O futuro cliente bateu o olho e já entendeu o comportamento da empresa. Podemos dizer que essa comunicação é excelente. É papel da comunicação visual trazer o esclarecimento do status e o valor agregado. Elementos difusos tem um valor; elementos sofisticados tem outro. Contudo, a escolha desses elementos está no direcionamento do público.



Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

A IMPORTÂNCIA DOS LOGOS EM BRANDING

Uma logo simboliza o seu negócio e cria uma imagem de sua empresa aos olhos de seus clientes. Um logotipo é um dos vários elementos importantes da imagem corporativa. Infelismente sua importancia é muitas vezes transparente para muitos. Ou a empresa nem se quer tem um ou não é bom suficiente.

O design do logotipo é do processo de criação. Seu logo tem que ir junto com a marca, com a capacidade de oferecer valores positivos para seus clientes. Seu logotipo também deve ser única e significativa para que você vai brilhar o seu mercado. O projeto adequado logo cria efeito semelhante ao branding adequada, é essencial ter uma marca para fins e dar ao seu negócio uma identidade.

Você já pensou em pegar um dos "gratuitos" logos que você pode encontrar na internet? Não vá por esse caminho! Você precisa ser sério com o seu logotipo. Por ter um design profissional para você em primeiro lugar vai economizar um monte problemas a longo prazo.

Algumas pessoas pode opor-se à importanciado logotipo de marca. Isso é porque você não  tem que necessariamente ter um logotipo para estabelecer sua marca. No entanto, você ficara muito profissional e original. Um logotipo irá ajuda-lo significadamente na construção sua imagem e identificar, juntamente com a sua marca. Isso é que é importante sobre ter um logo tipo. Afinal os seres humanos são espécies visual!

Um logotipo é bem sucedido quando permite o reconhecimento imediato da empresa e representa a empresa "carater ou a atitude. Um logotipo bem sucedido é um marcador garantido.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing, Comunicação  e Vendas
CEO - Mais Comunicação 

PAULO ÁVILA - CEO - MAIS COMUNICAÇÃO

VENDER É GENIAL !!!!

AS PRINCIPAIS TÉCNICAS PARA FECHAR NEGÓCIOS:

As técnicas de fechamento são utilizadas conforme cada situação e dependerão do desenrolar da negociação entre você e o cliente. Portanto, amigo leitor, não fique atrelado apenas a uma ou duas delas, mas sim seja flexível para se adequar ao perfil de cada cliente.

1 – AUTOCONFIANÇA:

Tenha confiança em seu produto, em sua empresa e, principalmente, em você! Entenda sobre seus produtos, sobre o ser mercado e torne-se um verdadeiro especialista para transbordar autoconfiança ao cliente.
Se autoconfiança é uma característica, porque podemos considerar uma técnica de fechamento? Simples: vendedores confiantes solicitam (ou “conquistam”) os dados necessários para a conclusão do negócio durante a conversa com o cliente.
Portanto, tenha CUIDADO! Esta é uma técnica arriscada, que consiste em solicitar os dados do cliente durante a conversa para fechar a venda sem ele perceber que usará a seu favor. Portanto, tenha muita cautela e paciência!

2 – CONDUZA A VENDA AO FECHAMENTO:

Seu cliente não precisa dizer “sim” para você fechar o negócio com ele. Conduzir o cliente ao fechamento nada mais é do que a explicação completa sobre o processo de compra logo após a apresentação do produto ao cliente.
Você fecha a venda apenas mostrando como ele deve comprar! É justamente a técnica que eu mais gosto de usar, pois conforme você mostra autoconfiança (técnica anterior), o cliente confia mais em você e a negociação torna-se mais fácil!

3 – AUTORIZAÇÃO:

Essa técnica é bastante utilizada em negociações de maior valor agregado! Você, amigo leitor, deve usar pequenos jargões como “vamos fechar” ou “o que precisamos para fechar” para que o cliente seja induzido ao fechamento (autorizando).
Profissional de Vendas transmitindo por meio de sua linguagem corporal Auto Conficança
Imagine que você conduziu o cliente ao fechamento (técnica anterior) e, por algum motivo, ele apresentou uma objeção. Retorne a etapa da apresentação do produto, esclarecendo os pontos da objeção e, então, use esses jargões!
Entenda quem durante a etapa de esclarecimento da objeção, é muito importante você reforçar os pontos positivos do seu produto e da sua empresa, garantindo que essa mesma objeção não vá acontecer novamente.

4 – PERGUNTAS E RESPOSTAS SIMPLES:

Perguntas e Respostas Simples: Facilite as suas dúvidas perguntando ao cliente utilizando técnicas como "Perguntas Abertas" e "Perguntas Fechadas"Durante a etapa da negociação, faça pequenas perguntas para que o cliente responda confirmando os benefícios do seu produto e da sua empresa. Você pode usar perguntas abertas ou perguntas fechadas:
Perguntas Abertas: são perguntas que o cliente pode responder com mais liberdade, dando novos indícios do que ele pode estar pensando a respeito da negociação. Vamos exemplificar:
“Como você acredita que seus funcionários usaram esse plano de saúde que estamos oferecendo a sua empresa?”. Note que a resposta vai ser aberta e você poderá utilizá-la a seu favor!
Perguntas Fechadas: são pequenas perguntas em que o cliente vai responder com o “sim” ou “não”. É MUITO IMPORTANTE que você faça as perguntas corretas para que ele responda “SIM” pois, dessa forma, você vai partir para o fechamento com mais facilidade. No mesmo exemplo:
“você acredita que a saúde dos seus funcionários é importante para sua empresa?” (SIM), “Você entende que sua empresa, oferecendo o plano de saúde para seus colaboradores como benefícios, eles ficaram mais motivados?” (SIM) “ além disso, esse benefício é uma forma de mantê-los na empresa, pois seu concorrente não oferece esses benefícios?” (SIM)…

5 – REFORCE A OPORTUNIDADE DE “COMPRAR”:

Indiferente o seu produto ou serviço amigo leitor, uma coisa é fato: VALORIZE-SE! Transforme o seu produto em algo de VALOR ao cliente e faça com que ele entenda que é uma OPORTUNIDADE fechar negócio com você!
Para exemplificar, imagine uma loja de roupas no shopping, que tem como público alvo mulheres. A cliente apresenta uma objeção na hora de fechar. A vendedora, utilizando essa técnica de fechamento pode falar:
“nós não temos muitas peças desse modelo no estoque, sendo apenas uma unidade por tamanho (P, M  ou G) e isso quer dizer que ninguém do seu circulo de amigos e familiares vai ter essa roupa, apenas você!” 
Torne você, seu produto e sua empresa especial! Valorize-se!

AS TÉCNICAS DE FECHAMENTO BASEADO EM VALOR:

As técnicas de fechamento baseada em VALOR são as melhores de serem utilizadas, ainda mais se você trabalha no varejo e atende seu cliente pessoalmente:
Profissional de Vendas - a direita - Reforçando a Oportunidade de Comprar

6 – COMBINAÇÕES DE VALORES:

Essa técnica é muito simples e é muito bom para atrair a atenção do cliente para você, sua empresa e seu produto. Utilize preços com final “99”, como R$ 4,99 em vez de R$ 5,00 para deixar a impressão de menor PREÇO.
Se, por exemplo, você trabalha com contrato mensal, uma forma de utilizar essa técnica é passar o valor por dia. Ao invés de falar R$300,00 por mês, diga R$10,00 por dia e parta para a conclusão da negociação.

7 – UTILIZE PRODUTOS DE MAIOR VALOR:

Essa técnica combina-se perfeitamente com a anterior. Quando você for apresentar um produto (ou uma solução), inicie a negociação com um produto de valor maior comparado ao que você deseja vender para o cliente.
Quando você mostra o produto de preço menor, no subconsciente do cliente instala-se a sensação de “barato”, pois o PREÇO a ser pago é menor e atende suas necessidades, gerando VALOR.
Utilize Produtos de Maior Valor comparado ao que você deseja vender para o cliente.

8 – VENDA A SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA DELE:

Vender solução é vender problemas resolvidos, tenha isso em mente! Quando seu cliente apresentar um problema, ofereça a solução completa para ajuda-lo. Ele vai enxergar valor na sua apresentação e você vai ganhar a confiança dele.
Para exemplificar, imagine que seu cliente queira comprar um site! Mas ele teve problema com os outros desenvolvedores e está farto desse assunto. Informe a ele que sua empresa não apenas desenvolve o site, mas também as redes sociais da empresa e o serviço de email-marketing!
Mostrar que seu cliente pode contar com você para ajuda-lo na empresa ou no seu dia a dia é fundamental para gerar credibilidade e confiança. Isso resulta em relacionamento e, consequentemente, indicações para novas vendas!

O QUE NÃO FAZER PARA FECHAR UMA VENDA:

Além das técnicas de fechamento apresentadas acima, vamos citar 2 técnicas que você NÃO deve utilizar, para não correr o risco de perder a venda justamente por estar despreparado!

9 – ESQUECER AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS:

Nada é mais desagradável do que um vendedor que pergunta mais de uma vez a mesma coisa. Sendo assim, anote (ou mentalize) o que o cliente está precisando e busque mostrar a solução o mais breve possível.
Além disso, mesmo que exista a possibilidade de você “perder” a venda, busque anotar os dados cadastrais do cliente para fazer um próximo contato e oferecer novas soluções. Nesse ponto, solicitar o email e telefone de contato são fundamentais!

10 – FALAR SOBRE A CONCORRÊNCIA:

Todo mercado possui concorrência, certo? Assim como você sabe, seu cliente também. Não é necessário difamar seu concorrente ou mesmo o produto dele. Além disso, o seu cliente pode considerar falta de ética da sua parte.
Reforço que, a cada vez que você fala sobre a concorrência (seja bem ou mal), você está tirando o foco do cliente da SUA empresa e do SEU produto! Não cometa esse erro acreditando que é uma técnica vencedora!

COMO AUMENTAR O PODER DAS TÉCNICAS DE FECHAMENTO?

Simples: estudando, praticando (testando as mais variadas formas de fechamento) e se aprimorando cada vez mais! Qualquer vendedor de sucesso tem grande foco em aperfeiçoar as técnicas de fechamento de vendas. Se você quer ser um deles, mãos a obra!