domingo, 19 de junho de 2011

SUA MARCA CRIA VALOR PARA O CLIENTE?

Veja a opinião do especialistas em comunicação e marketing Paulo Sérgio Ávila sobre como as empresas têm tratado a marca e seus clientes.








Muitas empresas que atuam no mercado de consumo de massa, oferecendo produtos e serviços, enfrentam um sério dilema, que não tem relação com os efeitos da crise econômica mundia mais recente. 


Nos últimos cinco anos, as fórmulas comprovadas para impulsionar as vendas e aumentar a participação de mercado têm se tornado cada vez mais irrelevantes. 


Em todos os lugares, o valor agregado que as marcas proporcionam ao consumidor está caindo e esse declínio começou muito antes da derrubada das bolsas de valores.
Chegamos a essa conclusão após pesquisas exaustivas sobre as marcas. Percebemos, desde meados de 2004, tendências importantes, como a mudança de atitude do consumidor em relação aos tipos e aos segmentos de marcas. 


Em todos os setores, do de aviação ao automobilístico, passando pelos de bebidas, companhias de seguro, turismo e varejo– constatamos queda significativa nos principais indicadores de valor de marca, como percepção do tipo top of mind, confiança e admiração. 


Muitas marcas não estavam aumentando o valor intangível da empresa como costumavam fazer. Em vez disso, grande parte delas parece estar marcando passo no mercado.


No entanto, outra pesquisa que realizamos sobre o desempenho financeiro de empresas voltadas para o mercado de consumo revelou que as marcas estavam criando mais e mais valor para as companhias e seus acionistas. 


A evidência disso estava no preço crescente das ações, impulsionado pelo valor intangível que os mercados acionários estavam implicitamente atribuindo às marcas.
Mesmo depois do colapso das bolsas de valores no final de 2008, nossos estudos demonstraram que o valor da marca ainda representa cerca de um terço do valor da empresa no mercado acionário.


Analisando todos os dados juntos, descobrimos que havia um aumento do valor que os mercados financeiros atribuem às marcas, mas esse crescimento as beneficia cada vez menos. Para gigantes como Google, Apple e Nike, o valor da marca continua aumentando fortemente, mas a quantidade de casos de alto desempenho, de marcas criadoras de valor como essas, tem diminuído em todos os setores.
Ao mesmo tempo, o valor real criado pela vasta maioria das marcas está estagnado ou em franco declínio. 



Esse descompasso entre o comportamento dos consumidores em relação às marcas e o valor de mercado das empresas é a receita do desastre em dois níveis. No plano macroeconômico, significa que o preço das ações da maioria das empresas voltadas para o mercado de consumo está sobrevalorizado: há uma “bolha de marca”. Uma vez que ela murche, ou pior, estoure, pode afetar o mercado acionário em todo o mundo.



Para os líderes das organizações, esse descompasso indica um sério e contínuo problema de gestão da marca. O que as empresas podem fazer para assegurar que suas marcas não estão entre as perdedoras? 



Nossa pesquisa revelou que as marcas mais bem-sucedidas atualmente –entre elas Adidas, iPhone, Pixar e Wikipedia– soam para os consumidores de uma forma especial: transmitem entusiasmo, dinamismo e criatividade de um modo que a grande maioria das marcas não consegue fazer.


Chamamos essa qualidade de “diferenciação energizadora” e conseguimos identificar, entre muitos atributos de marca, os indicadores que medem essa qualidade.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

IV CAFÉ LITERÁRIO.

A quarta edição do Café Literário trará uma obra de Eça de Queiroz como principal tema do debate em mais um evento cultural em Ubajara. Desta vez, a obra escolhida foi "O Crime do Padre Amaro", em que será feita uma releitura e um compartilhamento das visões do autor por parte dos participantes.

O grupo de professores, coordenado por Aldenir Almeida, realiza esse trabalho desde novembro de 2010, em que o principal objetivo é desenvolver o eixo de literatura e a formação do leitor, como aperfeiçoamento de um programa estadual de aprendizagem. O momento também serve para praticar o velho hábito de prosear e ouvir uma boa música.

O encontro acontecerá nesta sexta-feira, 17, na Escola Nossa Senhora dos Remédios, no bairro Monte Castelo, a partir das 18h30min. Depois do Café Literário haverá a apresentação da Quadrilha Chão da Terra e da Banda Lua Nova.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.


Estamos finalizando a auto-análise desta semana, relacionada aos problemas de comunicação, com o bloco dos problemas técnicos.








Técnicos:



Desorganização de idéias – Toda apresentação deve ter uma estrutura, ou seja, um objetivo, um começo, um meio e um fim. Há pessoas que começam pelo meio, terminam pelo começo e desenvolvem aquilo que deveriam deixar para o final. É necessário aprender e desenvolver apresentações estruturadas e organizadas.



Vícios de linguagem – Ou seja, excesso de “nés”, “tás”, “certos”, “percebes”, “aaaa..”
“eee...”. A audiência fica contando quantos desses vícios ocorreram e deixam de prestar atenção no conteúdo da fala.



Dificuldade de vocabulário – É até comum a pessoa querer dizer alguma coisa, ela tem a idéia na cabeça, mas não consegue encontrar rapidamente a palavra para externar esse pensamento.



Inadequação no uso de Recursos Audiovisuais – Transparências ou lâminas excessivamente carregadas, muitas informações de uma só vez, cores e contrastes de mau gosto, ilegibilidade, falta de clareza ou adequação em relação ao conteúdo.



Em síntese, essas são as dificuldades mais comuns que temos observado em sala de treinamento. Além dessas, inúmeros outros pequenos problemas, desde prolixidade, excessiva objetividade, postura arrogante ou prepotente ou, ao contrário, humilde demais.



O que julgo importante ao fazer uma análise sobre os problemas de comunicação, é que a parte mais difícil é justamente a descoberta desses problemas, pois a solução é relativamente simples, dependendo apenas de destreza experimental e orientação adequada. Descubra portanto, quais são as suas dificuldades de comunicação, invista na sua solução e esteja certo de que sua vida será bem melhor.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


quarta-feira, 15 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.

Como combinado iniciaremos esta postagem dando continuidade a auto-análise dos problemas mais frequentes da comunicação. Para tanto falaremos sobre o bloco, que se refere aos problemas físicos.







Físicos:



Voz fraca – volume baixo, onde a voz é quase inaudível



Linearidade – a fala mantém um tom monocórdio, gerando sonolência e desatenção das pessoas.



Dicção ruim – dificuldade de pronúncia, onde os sons não são claros e a compreensão fica prejudicada



Velocidade excessiva – onde a pessoa atropela as palavras, além de dificultar o entendimento das idéias



Velocidade lenta – talvez pior ainda do que a velocidade acelerada. Ficamos impacientes, querendo ajudar a pessoa que está falando, também gerando desinteresse.



Ausência de teatralização – ou seja, a pessoa que fala nada expressa além do conteúdo e sabemos que tão ou mais importante do que o conteúdo é a forma de falar. Um bom exemplo disso é a pessoa falando algo alegre com uma voz triste ou melancólica.



Nasalação – onde os sons são excessivamente anasalados, tornando feia a fala.

Ausência de pausas – As pausas servem para facilitar a compreensão do ouvinte, dar beleza estética e também para que o apresentador possa melhor concatenar as suas idéias.

A ausência de pausas torna a fala inadequada e distrai a atenção dos ouvintes.



Ausência de gestos – Algumas pessoas colocam as mãos atrás ou na frente do corpo ou ainda na cintura (tipo açucareiro), cruzam os braços ou enfiam as mãos nos bolsos e não fazem gestos. Uma gesticulação adequada reforça o conteúdo da fala.



Postura inadequada – Pensando na posição dos pés, podemos fazer uma analogia com o relógio. Existe a posição “quinze para o meio dia”, “Meio dia e quinze” e “dez para as duas”. São inadequadas, desviam a atenção dos ouvintes e geram certa deselegância.



Olhar perdido – Há aqueles que olham para cima ou para baixo ou apenas para algumas pessoas. O ideal é que se olhe nos olhos das pessoas, envolvendo-as plenamente.



Aparência deselegante – Um toque de classe, de sensibilidade, de bom senso e de bom gosto nunca é demais. Só que algumas pessoas exageram no contrário, ou seja, são relaxadas mesmo, desde uma roupa suja ou um sapato sem graxa e mal cuidado até desleixo em detalhes de asseio e aparência corporal.

Na próxima postágem iniciaremos com o bloco dos problemas técnicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


terça-feira, 14 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.

Dando continuidade a auto-análise dos problemas mais frequentes da comunicação, falaremos agora do primeiro bloco, que se refere aos problemas psicológicos.







Psicológicos:



Medo – Medo de tudo, de ser mal sucedido, de errar, de não ser compreendido, de falhar, de não conseguir dar o recado, de denegrir a sua própria imagem, de dar a dor de barriga que você teve há 10 anos, enfim muitos medos. O mais curioso, se analisarmos bem, na verdade não vamos encontrar muitas razões para esses medos, pois na maioria são imaginários e não reais. O principal medo, no entanto, que pode ser uma síntese de todos esses é o “Medo de falar em público”.



Excesso de preocupação – Algumas pessoas são preocupadas demais. Existe um lado positivo na preocupação relacionado a preparação, ao planejamento, a organização do que iremos realizar. Só que temos uma voz interior e se não a soubermos controlar, nos perdemos. Essa voz começa a perguntar assim: E se eu falhar? E se perguntarem algo que eu não sei? E se entrar o diretor enquanto eu estiver falando?



O interessante é que as respostas a essas perguntas tendem a ser negativas, gerando um pessimismo e neutralizando as forças de energia positiva e de entusiasmo, minando as resistências da pessoa, gerando uma grande possibilidade de fracasso.



Baixa auto-estima -Há um pensamento muito famoso, atribuído a Henri Ford, que diz: “Se você acha que pode ou se acha que não pode, em ambos os casos você está certo”.



Em outras palavras, se você acredita no sucesso do seu esforço ou se acredita no insucesso, em ambos os casos você também está certo.



Podemos optar em sermos otimistas ou em sermos pessimistas e até essa atitude diante da vida ou das situações pode ser treinada e desenvolvida.



A natureza, na sua complexidade e, ao mesmo tempo simplicidade nos dá uma grande lição quando nos mostra que colhemos aquilo que plantamos, ou seja, um pessimista irá falar mal de si mesmo, denegrindo a sua própria imagem, evidenciando a sua impotência e a sua incapacidade. É óbvio que colherá dó e pena das pessoas. Por outro lado, uma pessoa de bem com a vida e consigo mesma, entusiasta e otimista, irá irradiar uma energia positiva e atrairá para si aquilo que plantou, ou seja, estímulos positivos, energia boa, pessoas que funcionam nessa mesma faixa de freqüência.

Na próxima postágem iniciaremos com o bloco dos problemas físicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


segunda-feira, 13 de junho de 2011

PROBLEMAS MAIS COMUNS DE COMUNICAÇÃO.


Vendas perdidas, negociações mal sucedidas, treinamentos ineficientes, discursos sonolentos e mal elaborados, desperdiçando o tempo das pessoas, discussões, boicotes, brigas e desentendimentos entre as pessoas de um modo geral, quer seja em relações profissionais, familiares ou sociais.




O mundo como um todo seria muito melhor se as pessoas conseguissem se comunicar melhor. Sem perceber, muitos dos problemas comuns que ocorrem nas relações interpessoais acontecem justamente por problemas de comunicação.



Antes de falar sobre esses problemas, quero propor uma reflexão sobre uma premissa básica no processo da comunicação: A comunicação não é o que eu falo; é aquilo que chega.



Somos, por excelência, exímios interpretadores de tudo o que acontece. Faz parte da natureza humana, tanto que avaliamos, ponderamos, julgamos, comparamos com a nossa escala de valores tudo o que percebemos, vemos e ouvimos. Gostamos ou não gostamos, achamos simpático ou antipático, consideramos agradável ou desagradável, interessante ou indiferente. Fazemos isso o tempo todo.



Por essa razão, se desejamos, de fato, nos comunicar com outras pessoas, precisamos, constantemente, exercitar a arte da empatia, que é a capacidade de nos colocarmos no lugar da outra pessoa, entendermos o seu estado de espírito, seu momento psicológico, seu nível cultural, suas crenças, seus apelos emocionais.



Além disso, precisamos resolver os nossos problemas de comunicação e, posso afirmar com segurança, que são muitos.



Apresentarei, durante esta semana, de maneira resumida os problemas mais comuns que coletamos ao longo de 18 anos ajudando as pessoas a resolverem as suas dificuldades de comunicação e a proposta é gerar um questionamento para que você possa fazer uma auto-análise e ao identificar-se com alguns desses problemas, possa procurar algum tipo de solução, pois se existirem poderão impedir uma melhor desenvoltura no cenário pessoal e profissional.



Para facilitar a auto-análise, nas próximas postagens, apresentaremos esses problemas subdivididos em três blocos distintos, a saber: a) psicológicos; b) físicos; c) técnicos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


sábado, 11 de junho de 2011

PARA SE ANTENAR !


OS ANUNCIANTES GASTAM POR ANO MAIS DE UM 1 TRILHÃO (1,000,000,000,000) DE DÓLARES COM PROPAGANDA!








A necessidade do momento é prender a atenção dos espectadores. Os anunciantes estão atravessando um momento difícil para fazê-lo. Os espectadores de hoje têm opções ilimitadas para seu entretenimento e está muito difícil segurá-los para ver os anúncios e de fato, nem toda a mensagem foi compreendida.
É muito simples, os anunciantes querem que você preste atenção nas suas propagandas e eles pagam para que você veja televisão, ouça rádio, leia um jornal, veja um outdoor, ou qualquer outro meio de comunicação. Todos estes métodos tradicionais de publicidade não estão muito eficazes como já foram.
Agora com CR, DVR, massificação, as pessoas mudam de canal na propaganda. Rádios foram substituídos por MP3 players e jornais, pela a Internet.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


NOVAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO

Os novos meios de comunicação pela internet (MSN, e-mail, Skype e outras redes sociais) estam hoje presentes nas nossas vidas usamo-los para contactar com os nossos familiares e amigos, e também para contactar com pessoas dos quatro cantos do mundo.

Antigamente, quando queriamos contatar com uma pessoa escrevíamos cartas, usava-se o telégrafo ou deslocávamo-nos até á cidade em que a pessoa vivia para falarmos pessoalmente com ela. As cartas podem demorar vários dias para chegar.
Nos dias de hoje á distância de um clique podemos establecer contato com outras pessoas através de um e-mail, se quisermos falar diretamente com essa pessoa podemos uasr o MSN (onde podemos usar webcam para ver a pessoa que está do “outro lado” e um microfone para falar diretamente em vez de escrevermos) ou o Skype.
Estas novas formas de comunicação estam tão enraizadas nos nossos costumes que por vezes estamos em casa em frente ao computador falando através destes meios com o vizinho do lado em vez de nos dirigir-mos a sua casa que está a poucos metros de distância da nossa. Muitas vezes deixamos de ter um contacto direto com as pessoas e apenas mantemos contato virtual.
Estes novos meios ajudam-nos a contatar com pessoas que estam longe de nós mas também, por vezes, nos pode privar o contato direto com os que estão próximos.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


sexta-feira, 10 de junho de 2011

NOTÍCIAS SOBRE O NOVO iPad 2


O novo iPad da Apple  entrou no mercado brasileiro a 60 dias atrás, no entanto, aqueles que não conseguiram comprar o produto nos últimos dias ficarão sem o exemplar, ao menos por enquanto.

As lojas autorizadas a vender o iPad 2  no Brasil, tanto física quanto online, estão informando aos consumidores que as unidades foram todas comercializadas e mais, não sabem responder se haverá uma nova remessa ao Brasil.


De acordo com um funcionário paulista, quase  90% do produto foi comercializado no primeiro dia de vendas. O que ainda é possível encontrar nas lojas é a primeira versão do iPad, com o valor de 1.999 reais.

Conforme averiguação do UOL Tecnologia, o único lugar que ainda há a possibilidade de encontrar o mais recente tablet da empresa de Steve Jobs é na Apple Store do Brasil, os modelos, ao contrário de outras lojas, estão aparecendo como “disponível pra venda”. Os prazos de entrega, conforme a loja, variam de 1 a 3 semanas.

A verdade de tudo isso é que ninguém sabe quando o país receberá novamente o iPad 2. A justificativa fornecida para a falta do produto é no geral a mesma: demanda acima do esperado. No Brasil, a versão mais barata do tablet (16 GB e sem 3G) custa R$ 1.649 e a mais cara (64 GB com 3G), R$ 2.599.

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação


terça-feira, 7 de junho de 2011

O QUE É EMPREGABILIDADE ?

Empregabilidade é um tema extremamente dinâmico e a lista de pré-requisitos necessários para ser desejado pelo mercado cresce continuamente. As chamadas competências essenciais vão se tornando mais amplas e mais complexas à medida que o tempo passa.


Há algum tempo o capital intelectual era uma vantagem competitiva por excelência. Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, apenas o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho.



Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes. Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis. As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida. Sim, isso é possível!



O conceito de empregabilidade é extremamente simples, resume-se nas respostas às seguintes perguntas:



1. Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado? 

2. Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?

3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?

4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.



Ou seja, quando você pensa nas pessoas que detêm o poder de contratá-lo você tem que pensar: Afinal por que elas se importariam?



Você não vale apenas o quanto sabe, mas vale o quanto “é”. Uma pessoa de grande competência técnica cujas qualidades morais e éticas não sejam comprováveis já não interessa a uma organização lúcida.




Ser digno de confiança é um pré-requisito fundamental que sobrepõe o desejo por desafios e a capacidade de trabalhar sobre pressão.



Seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas. Diferenciais pobres são facilmente copiados. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais!



Os cases que você ajudou a escrever e que são anteriores à busca atual por emprego falam mais alto que seu currículo. Mesmo que você esteja saindo da universidade, cases que você tenha construído enquanto graduando ou pós-graduando, testemunhos de professores que tenham respeito por seu potencial, tudo isto conta a seu favor. Somos uma sociedade relacional, quem conhece você e o que estas pessoas pensam a seu respeito é de enorme importância!



Por isso, não despreze o seu marketing pessoal, estou falando verdadeiramente de marketing pessoal, não de agir como um “marketeiro barato”, destes que pretendem enganar o mundo com uma genialidade que ninguém a não ser sua própria vaidade consegue perceber.



Se você tem valor, o mundo precisa ser informado deste valor, até porque os “indivíduos marketeiros” já citados estarão sempre divulgando um valor que não possuem e roubando oportunidades dos competentes omissos. Por isso, você, que é uma pessoa de valor, deve e merece ser reconhecido e as ferramentas de marketing também existem para trabalhar em favor da verdade e da ética! 



Quanto maiores forem as suas condições de manter a mente aberta para transitar com qualidade por ambientes multiculturais e colaborar na elaboração de cases em cada ambiente que você freqüenta, maior a sua empregabilidade!



O mundo demanda por profissionais competentes, éticos, determinados e com visão de futuro. Nenhuma competência acima da média será desprezada se não o for primeiro por quem a possui.





Auto-motivação significa acreditar em seus motivos para agir e, com base nesta certeza, cativar a confiança e as oportunidades que dependem daqueles que têm poder de decisão.



Sua empregabilidade depende da sua capacidade de gestão da sua própria vida e carreira. E diferenciais, devem por definição, ser DIFERENTES!



Gere impacto, torne-se merecedor de ser lembrado e desejado pelo mercado.

Empregabilidade é uma questão de uma excelente bagagem e um ótimo marketing pessoal.



Você deve buscar ser tão bom que até seus concorrentes tenham que admitir em silêncio: Este cara é demais! Esta garota é impossível!

Paulo S. C. Ávila, Esp. Em Marketing e Comunicação
CEO - Mais Comunicação